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| Painel Energia Solar |
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A energia eólica é a energia produzida pelo vento resultante das diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial terrestre provocado pela radiação solar. A deslocação de massas de ar (vento) é influenciada pelas condições atmosféricas (intensidade e direção) por obstáculos e condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento para produção de energia elétrica é efetuada através de turbinas eólicas acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente chamado Aerogerador ou Turbina Eólica. Existem vários tipos de turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que constituem o rotor.

Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA) que, depois de retificada, é transformada em contínua(CC). A corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alternada utilizável(alimentação direta de dispositivos ou para injetar na rede elétrica). Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).
Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere substancialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um conjunto de baterias ou é injetada diretamente na rede pública.
A produção de energia elétrica a partir do vento tem vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas
A energia cinética, resultante das deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:
O potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento
dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento que auxiliam na
determinação do potencial eólico de um local, são relativos à
intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é
necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos
ventos no local da instalação. Entre eles pode-se citar o relevo, a
rugosidade do solo e outros obstáculos (edifícios, por exemplo).
A potência mecânica disponível (P) numa
turbina depende grandemente (fator cúbico) da velocidade
do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que
o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a
intensidade e a direção do vento.
A potência do vento que passa perpendicularmente
através de uma área circular
P = 1/2 (rv3 r2)
Onde:
P= potência média do vento em Watts [W]
r(rho) = densidade do ar seco
= 1,225 kg/m3 (PTN)
v= velocidade média do vento [m/s]
(pi) =3.1415926535...
r = raio do rotor em m [metros]
Contudo, esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador, pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:
P = 1/2 (rv3 pr2Cp)
O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:
Os aerogeradores são classificados de acordo com a sua potência; com 1 MW, pode alimentar 900 habitações de 3 pessoas, se excluirmos o aquecimento eléctrico.
O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:

** Assume-se que a densidade do ar é 1.225kg/m3
* Uma turbina de um aerogerador bem
desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.
Nota - Nos cálculos mensais e anuais, considera-se que o gerador tem
um funcionamento permanente médio igual ao valor apresentado, como a
produção não é linear, a paragem por falta de vento ou elevados níveis
de produção podem tornar estes valores pouco precisos. Os valores
apresentados mensalmente e anualmente devem ser considerados como
estimativas prováveis e não valores exatos.
A eficiência do vento em relação à energia elétrica produzida pode ser calculada neste simples programa. Cálculo para geradores eólicos.


Para produzir energia elétrica é necessário um gerador eólico. A
utilização pode variar, um gerador pode estar desligado da rede elétrica
e ter um circuito independente suportado por baterias ou estar ligado
diretamente à rede elétrica exterior injetando o sinal na rede. O
primeiro caso, necessita de baterias que acumulem a carga, existe uma
utilização autónoma. O segundo caso, necessita de um inversor aprovado
pelo distribuidor e, nesse caso, o distribuidor pode até comprar essa
energia.
Existe um outro tipo de utilização, um gerador autónomo
que distribuí enquanto as baterias tiverem carga e, no caso de não
existir carga suficiente, o sistema comuta automaticamente para a rede
elétrica de distribuição.
Sim.
Para construir um gerador eólica existem algumas questões a que se deve ter atenção
A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída. Verifique os mapas de velocidades do vento.

Os locais abertos
ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as
turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a
rentabilidade da instalação, não esquecer
que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas
circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu
entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o
trabalho de colocação, certamente os resultados
vão ser diferentes.
As zonas de turbulência devem ser evitadas para instalar qualquer tipo de turbina eólica.
As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h. Um valor considerável para uma habitação média.
A maioria dos aerogeradores pequenos são usados para carregar baterias que posteriormente vão colocar essa energia elétrica transformada no setor normal de 220V. A escolha obvia para um aerogerador caseiro será o alternador de um veículo automóvel. Mas a utilização de uma alternador tem alguns inconvenientes, o dispositivo funciona apenas com uma rotação elevada +/- 2000RPM a velocidade das pás raramente ultrapassa as 100RPM, existe assim a necessidade de multiplicar mecânicamente este diferencial. Neste processo existem perdas significativas. Em aerogeradores instalados a baixa altitude (em relação ao solo) existe um pequeno aproveitamento energético, existe a necessidade de ter um gerador com uma eficiência muito boa para ter aproveitamento.
Quase todas os aerogeradores pequenos de fabrico comercial usam geradores com ímans permanentes que não são fáceis de construir. O gerador é o componente fundamental para o êxito ou fracasso do projeto. Contenha o entusiasmo mas não desanime existem sempre soluções.
Brevemente vamos colocar aqui como aproveitar motores de CC em geradores
Quanto mais alto melhor, a potência do vento em função da altura varia nas seguintes proporções:

Cada local pode ter um fator diferente, baseando-nos num fator de 0,1 podemos criar um gráfico aproximado.

Sim, vamos colocar aqui alguns processos para construção das pás das turbinas, algumas mais sofisticadas em fibra outras utilizando materiais comuns usando simples tubos de polietileno.
Não esquecer que no caso de produção de energia em excesso a EDP é obrigada a comprar essa energia produzida, se tem vento e espaço pense nisso.
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção caseira, destina-se apenas a testar todo o poder que o vento tem em gerar energia, se tem possibilidade tente fazer este pequeno aerogerador, os problemas que surgem são idênticos aos geradores de maior dimensão, até a lei de murphy nº13442331 se manifesta, diz que depois de terminado, o vento não vai soprar durante 5 dias, pode fazer o download clicando em turbina eólica e na mesma linha da turbina anterior aerogerador.
Para verificar a velocidade do vento um esquema simples de um anemómetro
Um circuito mais complexo mas com aproveitamento energético, vamos aproveitar um motor de video gravador.
Vamos aproveitar o circuito de três fases existente nos servo motores dos videos e fazer a sua ligação a díodos em ponte.
vamos então ligar os díodos ao motor

Cada enrolamento de cada fase tem a mesma resistência,
aproximadamente 4 ohm, verifique com o multímetro se os
enrolamentos têm todos o mesmo valor.
Agora vamos construir as pás da turbina. Vamos para isso utilizar réguas de madeira ou metálicas preferencialmente de aluminio.
Suporte as pás de modo a obter o máximo rendimento do vento fazendo o centro da turbina com esta forma.
Obtemos um conjunto que pode ser utilizado para produzir energia.

Nesta foto já com o motor incorporado
Depois de concluído podemos então ligar o sistema a um controlador de carga e carregar baterias ou pilhas.
| Efeito Fotovoltaico | Dopagem Semicondutores |
|---|---|
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Um novo tipo de células solares foi introduzido pelo professor Suíço Michael Grätzel em 1991, podendo desenvolver-se numa alternativa econômica à tecnologia do silício. O material básico da “Célula de Grätzel” é o semicondutor de dióxido de titânio (TiO2). No entanto, não funciona na base de uma junção p-n no semicondutor, absorvendo a luz num corante orgânico, de forma semelhante ao modo com que as plantas usam a clorofila para capturar a energia da luz solar através da fotossíntese.
As pequenas células de laboratório alcançaram uma eficácia de 12 %. Os módulos do
primeiro lote de produção limitada da firma australiana STA, têm uma eficiência de aproximadamente 5
%.
As modestas eficiências sob as condições de referência CTS (Condições de Teste Standard), são contrabalançadas pela elevada
eficiência em termos comparativos para baixas intensidades de radiação. As células nanocristalinas
com corantes, provaram ser muito tolerantes aos ineficazes ângulos de incidência da luz
solar e a sombras.
Ao contrário das células cristalinas, a sua eficiência cresce com o aumento da temperatura. Como
resultado, são utilizadas para pequenos dispositivos em espaços interiores e na integração em edifícios.
Neste último caso, as células com corantes oferecem novas e estimulantes
possibilidades de desenho, graças à sua flexibilidade em termos de transparência e à sua coloração
avermelhada (de cor ocre), que pode evoluir para cor verde-cinza, conforme o corante aplicado.
A libertação de electrões cria uma diferença de potencial, a ligação das células entre si aumentam essa diferença de potencial. Como as células não conseguem armazenar energia, esta energia terá de ser armazenada em baterias ou convertida para consumo imediato.
Os painéis solares são constituídos por células solares agrupadas em série e em paralelo de modo a produzirem a tensão e a corrente necessária.
As células solares ligadas em série (positivo com o negativo seguinte) dão uma tensão mais elevada.
Neste caso concreto, a ligação de duas células em série, cada uma de
0,42 Volts produz uma tensão total de 0,84 Volts. Se pretendermos uma
saída de 12 volts, têm de existir pelo menos 29 células.
As células fornecem uma tensão relativamente constante se a corrente consumida não exceder o ponto de potencia máxima ( MPP).
As células solares ligadas em paralelo (positivo ao positivo, negativo
com o negativo) permitem o débito de uma corrente mais elevada.
Neste caso concreto, a ligação de duas células em paralelo, cada uma de
0,42 Volts produz uma tensão total de 0,42 Volts. POr muitas células
ligadas em paralelo a tensão nunca seria superior a uma única.
As células fornecem uma tensão relativamente constante permitindo
aproximadamente o dobro da corrente elevando assim a potencia máxima ( MPP).
A conjugação de células ligadas em série, ligados por sua vez em
paralelo, permitem-nos ter tensões mais elevadas com possibilidade de
correntes mais elevadas.
É este o principio do painel solar fotovoltaico, para calcular a tensão e
corrente necessária utilize Cálculos de Utilização
Existem vários tipos de células em função do método de fabrico e material utilizado.

O módulo fotovoltaico é composto por células individuais ligadas em série. Este tipo de ligação permite adicionar tensões. A tensão nominal do módulo é igual ao produto do número de células que o compõem pela tensão de cada célula (aprox. 0,42 a 0,6 volts). Geralmente produzem-se módulos formados por 30, 32, 33 e 36 células em série. Procura-se dar ao módulo rigidez na sua estrutura, isolamento eléctrico e resistência aos factores climáticos. Por isso, as células em série são encapsuladas num plástico elástico (Etilvinilacelato) que faz também o papel de isolante eléctrico, um vidro temperado com baixo conteúdo de ferro, na face voltada para o sol, e uma lamina plástica multi-camada (Poliéster) na face posterior. Em alguns casos o vidro é substituído por uma lamina de material plástico transparente. O módulo tem uma moldura composta de alumínio ou poliuretano e caixas de ligações às quais chegam os terminais positivo e negativo da série de células. Nos terminais das caixas ligam os cabos que ligam o módulo ao painel fotovoltaico.
O painel solar fotovoltaico ou colector solar fotovoltaico é constituído por vários módulos ligados em paralelo e série.
A eficiência de um sistema fotovoltaico depende de:
Perdas e rendimento
O rendimento do painel depende de:
O valor nominal do rendimento é fornecido pelo fabricante. Caso não seja
fornecido directamente pode ser deduzido a partir da potência de pico e
da área do painel. A potência de pico é a máxima potência (MPP) que o
painel consegue debitar em condições de teste standard.
hp=100 * Pp / A
hp - rendimento do painel (%)
Pp - potência de pico do painel (kWp)
A - área do painel (m2)
O rendimento e a potência de pico devem ser calculadas para as condições STC (standard
test conditions) radiância solar de 1kW/m2 e a uma temperatura de 25ºC.
As perdas na bateria são devidas essencialmente a dois factores: auto
descarga da bateria e nível de tensão demasiado alto, impedindo que o
painel esteja no seu ponto de funcionamento de máxima potência. Para
corrigir este último tipo de perdas deve proceder-se a um correcto
dimensionamento do regulador de carga.
As perdas do inversor dependem da magnitude e das características da carga que está a alimentar.
Para avaliar a eficiência global do sistema são consideradas duas componentes:
Rendimento das fontes de energia considera que o sistema está a
funcionar com uma performance de 100% sendo independente da carga. Ou
seja, para um determinado sistema, o melhor rendimento é aquele que
corresponde apenas ao rendimento dos geradores não considerando qualquer
da aparelhagem que complementa o sistema, sendo ignoradas as perdas nas
baterias, carregadores, inversores etc. Assim a energia de saída das
fontes de energia será:
Esf=Es*hp*A
Esf é a energia de saída da fonte de energia (kW/year)
Es é a energia solar (kWh/m2/ano)
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