Para os amantes da Eletrônica venho compartilhar essa maravilhosa revista que marcou época.

capa da revista saber eletrônica

Blog destinado aos amantes da eletrônica, com diversos tipos de esquemas e projetos elétricos, para fazer em casa, eletrônica analógica e digital. Esquema Elétrico de amplificador de potencia, Transmissor Fm, Trasmissor am, Receptor, Carregador de Bateria, Projetos em Arduino, energia solar, painel solar, carregador bateria solar, eletronica de potencia, como instalar fechadura eletronica, eletronica automotiva, eletrônica curso, componentes eletrico, ferro de solda, soldador, estanho, fio, sold
Para os amantes da Eletrônica venho compartilhar essa maravilhosa revista que marcou época.
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| capa da revista saber eletrônica |
Isso não é novidade, pois já tem um bom tempo
que sinal digital de TV está sendo transmitido via satélite e hoje já
temos uma boa quantidade de canais em vários satélites que podem ser
sintonizados no Brasil. Porém preferi escrever sobre o assunto pois vi
que o post do LNBF rendeu boas visitas, então preferi escrever o TV
digital FTA. Essa vai ser a solução de TV digital para muitos
brasileiros por um bom tempo é só reparar que algumas cidades não tem
sequer sinal de TV VHF ou UHF decente. O mercado de TV digital via
satélite só tende a se expandir.






Veja como reaproveitar sua mini antena parabólica (Off Set) de 60cm das operadoras de TV por assinatura para fins FTA
A energia eólica é a energia produzida pelo vento resultante das diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial terrestre provocado pela radiação solar. A deslocação de massas de ar (vento) é influenciada pelas condições atmosféricas (intensidade e direção) por obstáculos e condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento para produção de energia elétrica é efetuada através de turbinas eólicas acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente chamado Aerogerador ou Turbina Eólica. Existem vários tipos de turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que constituem o rotor.

Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA) que, depois de retificada, é transformada em contínua(CC). A corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alternada utilizável(alimentação direta de dispositivos ou para injetar na rede elétrica). Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).
Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere substancialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um conjunto de baterias ou é injetada diretamente na rede pública.
A produção de energia elétrica a partir do vento tem vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas
A energia cinética, resultante das deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:
O potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento
dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento que auxiliam na
determinação do potencial eólico de um local, são relativos à
intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é
necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos
ventos no local da instalação. Entre eles pode-se citar o relevo, a
rugosidade do solo e outros obstáculos (edifícios, por exemplo).
A potência mecânica disponível (P) numa
turbina depende grandemente (fator cúbico) da velocidade
do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que
o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a
intensidade e a direção do vento.
A potência do vento que passa perpendicularmente
através de uma área circular
P = 1/2 (rv3 r2)
Onde:
P= potência média do vento em Watts [W]
r(rho) = densidade do ar seco
= 1,225 kg/m3 (PTN)
v= velocidade média do vento [m/s]
(pi) =3.1415926535...
r = raio do rotor em m [metros]
Contudo, esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador, pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:
P = 1/2 (rv3 pr2Cp)
O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:
Os aerogeradores são classificados de acordo com a sua potência; com 1 MW, pode alimentar 900 habitações de 3 pessoas, se excluirmos o aquecimento eléctrico.
O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:

** Assume-se que a densidade do ar é 1.225kg/m3
* Uma turbina de um aerogerador bem
desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.
Nota - Nos cálculos mensais e anuais, considera-se que o gerador tem
um funcionamento permanente médio igual ao valor apresentado, como a
produção não é linear, a paragem por falta de vento ou elevados níveis
de produção podem tornar estes valores pouco precisos. Os valores
apresentados mensalmente e anualmente devem ser considerados como
estimativas prováveis e não valores exatos.
A eficiência do vento em relação à energia elétrica produzida pode ser calculada neste simples programa. Cálculo para geradores eólicos.


Para produzir energia elétrica é necessário um gerador eólico. A
utilização pode variar, um gerador pode estar desligado da rede elétrica
e ter um circuito independente suportado por baterias ou estar ligado
diretamente à rede elétrica exterior injetando o sinal na rede. O
primeiro caso, necessita de baterias que acumulem a carga, existe uma
utilização autónoma. O segundo caso, necessita de um inversor aprovado
pelo distribuidor e, nesse caso, o distribuidor pode até comprar essa
energia.
Existe um outro tipo de utilização, um gerador autónomo
que distribuí enquanto as baterias tiverem carga e, no caso de não
existir carga suficiente, o sistema comuta automaticamente para a rede
elétrica de distribuição.
Sim.
Para construir um gerador eólica existem algumas questões a que se deve ter atenção
A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída. Verifique os mapas de velocidades do vento.

Os locais abertos
ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as
turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a
rentabilidade da instalação, não esquecer
que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas
circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu
entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o
trabalho de colocação, certamente os resultados
vão ser diferentes.
As zonas de turbulência devem ser evitadas para instalar qualquer tipo de turbina eólica.
As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h. Um valor considerável para uma habitação média.
A maioria dos aerogeradores pequenos são usados para carregar baterias que posteriormente vão colocar essa energia elétrica transformada no setor normal de 220V. A escolha obvia para um aerogerador caseiro será o alternador de um veículo automóvel. Mas a utilização de uma alternador tem alguns inconvenientes, o dispositivo funciona apenas com uma rotação elevada +/- 2000RPM a velocidade das pás raramente ultrapassa as 100RPM, existe assim a necessidade de multiplicar mecânicamente este diferencial. Neste processo existem perdas significativas. Em aerogeradores instalados a baixa altitude (em relação ao solo) existe um pequeno aproveitamento energético, existe a necessidade de ter um gerador com uma eficiência muito boa para ter aproveitamento.
Quase todas os aerogeradores pequenos de fabrico comercial usam geradores com ímans permanentes que não são fáceis de construir. O gerador é o componente fundamental para o êxito ou fracasso do projeto. Contenha o entusiasmo mas não desanime existem sempre soluções.
Brevemente vamos colocar aqui como aproveitar motores de CC em geradores
Quanto mais alto melhor, a potência do vento em função da altura varia nas seguintes proporções:

Cada local pode ter um fator diferente, baseando-nos num fator de 0,1 podemos criar um gráfico aproximado.

Sim, vamos colocar aqui alguns processos para construção das pás das turbinas, algumas mais sofisticadas em fibra outras utilizando materiais comuns usando simples tubos de polietileno.
Não esquecer que no caso de produção de energia em excesso a EDP é obrigada a comprar essa energia produzida, se tem vento e espaço pense nisso.
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção caseira, destina-se apenas a testar todo o poder que o vento tem em gerar energia, se tem possibilidade tente fazer este pequeno aerogerador, os problemas que surgem são idênticos aos geradores de maior dimensão, até a lei de murphy nº13442331 se manifesta, diz que depois de terminado, o vento não vai soprar durante 5 dias, pode fazer o download clicando em turbina eólica e na mesma linha da turbina anterior aerogerador.
Para verificar a velocidade do vento um esquema simples de um anemómetro
Um circuito mais complexo mas com aproveitamento energético, vamos aproveitar um motor de video gravador.
Vamos aproveitar o circuito de três fases existente nos servo motores dos videos e fazer a sua ligação a díodos em ponte.
vamos então ligar os díodos ao motor

Cada enrolamento de cada fase tem a mesma resistência,
aproximadamente 4 ohm, verifique com o multímetro se os
enrolamentos têm todos o mesmo valor.
Agora vamos construir as pás da turbina. Vamos para isso utilizar réguas de madeira ou metálicas preferencialmente de aluminio.
Suporte as pás de modo a obter o máximo rendimento do vento fazendo o centro da turbina com esta forma.
Obtemos um conjunto que pode ser utilizado para produzir energia.

Nesta foto já com o motor incorporado
Depois de concluído podemos então ligar o sistema a um controlador de carga e carregar baterias ou pilhas.
As fichas e tomadas RJ45 destinam-se a ligar(conectar) dispositivos que transmitem dados entre si, estabeleceram-se normas para que, ao instalar fichas, tomadas e cabos de rede distantes entre si, exista sempre uma ligação certa entre os aparelhos que necessitam de ser cornetados. São usadas para interligar computadores, HUBs, Switchs e, nas ligações de redes estruturadas, no mesmo cabo passam as ligações de telefone, áudio e vídeo.
As RJ 45 são utilizadas em telefones digitais (RDIS e T1) LAN (10 baseT, 100Baset, Gigabit) RS232 (RS232D).
São constituídas por 8 pinos (4 pares).
A mesma ligação de pinos para 10Base-T e 100Base-TX.
Pinout Tomadas e HUBs
(Nas Tomadas de rede nos hubs, placas de rede)

(Nos Cabos)
Ficha RJ45 FÊMEA Nas placas de rede, nas tomadas e ligações de hubs.
Ficha RJ45 MACHO nos cabos de rede.


A norma que especifica a terminação de um cabo CAT5 designa-se por norma 568.
Esta norma define como os cabos UDP ou FTP CAT 5 são ligados nas fichas, painéis e tomadas RJ45.
Originalmente definido pela EIA (Electronics Industry Association) e TIA (Telecommunication Industry Association)
nos EUA em 1991, foi posteriormente adoptada pela ISO (norma ISO/IEC 11801:1995).
Inicialmente o standard ficou conhecido como TIA/EIA 568A e mais tarde
reconhecido o padrão da AT&T e designado por TIA/EIA 568B.
Não existe nenhuma vantagem entre os dois standard nem uma preferência
por parte das organizações que os introduziram. A opção de utilização do
568A ou 568B cabe a cada instalador, fabricante ou projectista. A
norma adoptada deverá ser seguida em toda a estrutura de rede, uma vez
que a única diferença consiste na ligação dos pares verde e laranja, não
existe vantagem técnica de qualquer dos modelos quando a rede é
utilizada somente para ligações
Ethernet.
Nas ligações de voz, verifica-se que a ligação T-568A usa os pares Azul e
Laranja da mesma forma, pelo que é mais compatível com sistemas antigos
não estruturados.

Nas instalações de rede que são utilizadas para conexões Ethernet
100BASE-Tx, cada segmento de cabo pode ter no máximo 100m.
Os cabos podem ser rígidos ou flexíveis, conforme os condutores internos sejam uni-filares ou
multi-filares. O cabo rígido normalmente é aplicado dentro das calhas e em instalações fixas e o
cabo flexível é aplicado em ligações que podem ser ligadas e desligadas com frequência. As
Fichas RJ45 e as tomadas utilizadas podem ser especificas para um determinado tipo de
cabo.
As ligações de 100Mbps em cabos da categoria 5, 5e e 6 usam apenas 2 pares. Os restantes
pares podem ser utilizados para telefone ou para Power-Over-Ethernet (PoE 802.3af). Existem
fabricantes que utilizam estes pares para aumentar a taxa de transmissão (ligação a 200Mbps).
Ligações 1000BASE-T (Gigabit Ethernet 802.3ab) utilizam os 4 pares (8 condutores).
| Categoria EIA/TIA | Velocidade | LAN | 100M | ISO Spec | EIA/TIA Spec |
|---|---|---|---|---|---|
| Categoria 3 | 16Mhz | 10Mbit/s | 100Base-T4 | ||
| Categoria 4 | 20Mhz | 16Mbit/s | 100Base-T4 | ||
| Categoria 5 (5e) | 100Mhz | 100Mbit/s | 100Base-TX | ISO/IEC-11801 | TIA/EIA-568-A-5 |
| Categoria 6 | 250Mhz | 100Mbit/s | 100Base-TX | ISO/IEC-11801 | TIA/EIA-568-B.2-1 |
Na instalação de uma rede há que ter especial atenção ao tipo de cabo, um cabo de categoria 4 não vai permitir que uma rede de 100mHz funcione na sua potencialidade
Alguns equipamentos de rede (Routers, HUBs e Switch) têm portas UPLINK. Estas portas
têm cruzamento interno nos pares 1/2 e 3/6 de forma a permitir o uso de cabos diretos para
interligar equipamentos. Actualmente, alguns dos Switches utilizam portas do tipo MDI-X
que detectam o tipo de cabo e de ligação e cruzam automaticamente, se necessário.
para ligar dois computadores entre si, utiliza-se um cabo cruzado, assim
como em ligações de uplink, entre dispositivos de rede.Para ligar um
computador a um switch, router ou HUB utiliza-se um cabo direto

Apenas os pares 1/2 e 3/6 são necessários para ligação a
10Mbps e nas ligações com cabos UTP CAT 5, 5e e 6., utilizam a mesma norma em cada uma das terminações.
| Ficha-1 | Nome | Descrição | Ficha-2 |
|---|---|---|---|
| 1 | TX+ | Tranceive Data+ | 1 |
| 2 | TX- | Tranceive Data- | 2 |
| 3 | RX+ | Receive Data+ | 3 |
| 4 | n/c | BI_D3+ | 4 |
| 5 | n/c | BI_D3- | 5 |
| 6 | RX- | Receive Data- | 6 |
| 7 | n/c | BI_D4+ | 7 |
| 8 | n/c | BI_D4- | 8 |
Os dispositivos de rede podem estar distantes das tomadas de alimentação, foi definido um standard para alimentação Power-Over-Ethernet (spec 802.3af), que permite usar os pares livres do cabo UTP para transportar a alimentação (normalmente até 24V). São possíveis diferentes esquemas de uso dos pares, mas os pinos 4/5 e 7/8 devem estar correctamente ligados.

Os pares 1/2 e 3/6 necessitam de ser cruzados em ligações de 10 ou 100Mbps. Em ligações de 1000Mbps, todos os pares têm de ser cruzados. A alimentação Power-Over-Ethernet é independente da polaridade, pelo que ambos os esquemas podem ser utilizados.
| Ficha 568A | Nome | Descrição | Ficha 568B |
|---|---|---|---|
| 1 | TX+ | Tranceive Data+ | 1 |
| 2 | TX- | Tranceive Data- | 2 |
| 3 | RX+ | Receive Data+ | 3 |
| 4 | n/c | BI_D3+ | 4 |
| 5 | n/c | BI_D3- | 5 |
| 6 | RX- | Receive Data- | 6 |
| 7 | n/c | BI_D4+ | 7 |
| 8 | n/c | BI_D4- | 8 |

Ao contrário de outras fichas e terminais, as fichas necessitam de
uma ferramenta especifica para cravar os cabos. Um dos principais
problemas que surgem nos cabos é o deficiente contacto entre o cabo e o
pino de contacto. Este tipo de alicate varia muito em termos de
qualidade. Se for para fazer um número reduzido de cabos e se for para
ser usado de uma forma ocasional, um alicate de baixa qualidade é
suficiente, no entanto, se for para usar de forma continuada, as
ferramentas mais baratas rapidamente se deterioram é melhor adquirir um
de melhor qualidade.
Normalmente, o mesmo alicate que crava RJ45 funciona também para RJ11
não existindo necessidade de ter duas ferramentas para cada uma das
normas de ligação.
Como se verifica, a simples ligação apenas usa 2 pares. O cabo tem 4
pares, sendo assim, os outros dois pares podem ser usados para levar
outra informação, telefone, áudio, vídeo ou outros dados. A rede
estruturada consiste basicamente na utilização da estrutura de
distribuição de todos os sinais.
A estrutura de cabos deve ser versátil ao ponto de permitir mudanças de
configuração e garantir a redução de problemas de interrupção, custos de
manutenção e reposicionamento de cabos.
USB é uma especificação de comunicação entre dispositivos e um
controlador de host (normalmente computadores pessoais), desenvolvido e
inventado por Ajay Bhatt funcionário na Intel.
O USB começou a ser desenvolvido em 1994 por um grupo de sete empresas:
Compaq, DEC, IBM, Intel, Microsoft, NEC e Nortel.
Na sua concepção original, o padrão de ligação, destina-se a facilitar a
ligação
entre dispositivos externos para computadores pessoais PC, substituindo
uma infinidade de conectores na parte traseira dos computadores
simplificando a configuração de software de todos os dispositivos
conectados no USB,
bem como permitir uma maior largura de banda para dispositivos externos.
Antes desta norma, para configurar um dispositivo ligado a um computador, era necessário configurar os IRQs e ou jumpers,
é introduzido com esta norma o padrão "Plug and Play"(Ligar e
Usar) que permite ao utilizador menos experiente ligar qualquer
dispositivo sem necessidade de configuração adicional a nível de
hardware.
| Pino | Nome | Cor Cabo | Descrição |
|---|---|---|---|
| 1 | VCC | Encarnado | +5V |
| 2 | D- | Branco | Data - |
| 3 | D+ | Verde | Data + |
| 4 | Massa | Preto | Massa |
O comprimento máximo de um cabo USB padrão (para USB 2.0 ou anterior) é de 5,0 metros. A principal razão para esse limite é o atraso máximo permitido de 1.500 ns. Se os comandos host USB não são respondidas pelo dispositivo USB no prazo fixado, o sistema considera o comando perdido. O atraso máximo aceitável para os cabos é de 26 ns. A especificação USB 2.0 requer que o atraso no cabo seja inferior a 5,2ns por metro (192.000Km/s), que fica perto da largura de banda máxima para cabo de cobre padrão). Isso permite a utilização de um cabo de 5 metros. O padrão USB 3.0 diretamente não especifica um comprimento máximo de cabo, exigindo apenas que todos os cabos tenham especificações elétricas que permitam. Para cabos de fio de cobre, alguns cálculos sugerem um comprimento máximo de 3m. No cabo de fibra óptica, é provável que venham a ter um comprimento maior e um desenvolvimento e construção mais complexo. e construção mais complexa.
| Conectores Fichas USB | Standard A/B | USB TIPO A - TIPO B |
|---|---|---|
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Com algum frequência aparecem portas USB que não funcionam, na maior parte dos casos, o cabo de ligação da ficha do painel exterior não está ligada ao interior do computador (main board). Noutros casos (menos frequentes felizmente) a ficha USB foi ligada incorretamente ao interior do computador, esta falha de ligação pode produzir danos nos dispositivos USB que se vão ligar ao computador.
O que acontece é que o técnico ao instalar o cabo externo de USB pode fazer a ligação de forma errada uma vez que algumas motherboards não têm informação de ligação sem consultar o manual
A ligação de um dispositivo externo USB a uma porta com ligação deficiente pode queimar definitavente o dispositivo que pretendemos ligar. Para evitar avarias acidentais e testar as portas na saída da montagem existe um dispositivo simples de construir que evita danos maiores.
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Ao ligar o LED verde fica aceso e o amarelo pisca 3 vezes:
A polarização está certa, o computador tenta comunicar com o dispositivo de teste.
Se existe uma troca entre o D- e o D+ o testador indica bom funcionamento, no entanto, os dispositivos ligados não funcionam.
A troca do D+ com o D- não causa danos aos dispositivos.
LED amarelo aceso: Erro nas ligações internas à motherboard, verifique as ligações.
LED vermelho aceso: Erro na polaridade, possivel troca entre o Power e o
GND, neste caso não ligue nada à porta, pode danificar o equipamento
ligado.
Todos os leds apagados: A porta está sem alimentação ou os cabos estão mal ligados internamente, não ligue nenhum equipamento à porta até verificar as ligações internas.
ATENÇÃO: Ao construir este circuito não troque as polaridades.
Desde o aparecimento da tecnologia USB em 1994 e, desde então, várias
revisões e melhorias foram implantadas. As mais populares são as
versões 1.1 e 2.0, a primeira (1.1) permite alcançar, no máximo, taxas
de transmissão de 12 Mb/s, enquanto que a segunda(2.0) pode oferecer até
480 Mb/s.
Em Novembro de 2008 são anunciadas as especifições para a revisão 3.0 e,
tem como principal característica, a capacidade de oferecer taxas de
transferência de dados de até 4,8 Gb/s (gigabits por segundo).
| USB | 2.0 | 3.0 |
|---|---|---|
| Velocidade | 480Mb/s | 4,8Gb/s |
| Corrente | 500mA | 900mA |
| Plug and Play(1) | Sim | Sim |
| Hot-swappable(2) | Sim | Sim |
| Compatibilidade(3) | Sim | Sim |
(1)Permite ligar e usar.
(2)Permite ligar e desligar dispositivos sem necessidade de desligar o dispositivo.
(3)Compatibilidade com versões USB anteriores.
Os conetores e tomadas USB 3.0 são parecidos com os 2.0 mas não são iguais. Os cabos da tecnologia USB 3.0 são compostos por nove fios e os cabos USB 2.0 utilizam 4. As fichas (conetores) USB 3.0 têm contatos para os fios adicionais. Se, um dispositivo USB 2.0 for ligado a uma tomada USB 3.0, usará apenas os contatos frontais do conetor.
| USB 3.0 A Standard | Plug | ||
|---|---|---|---|
| 1 | VBUS | Red | ![]() |
| 2 | D- | White | |
| 3 | D+ | Green | |
| 4 | GND | Black | |
| 5 | StdA_SSRX- | Blue | |
| 6 | StdA_SSRX+ | Yellow | |
| 7 | GND_DRAIN | GROUND | |
| 8 | StdA_SSTX- | Purple | |
| 9 | StdA_SSTX+ | Orange | |
| Shell | Shield | Connector Shell | |
| USB 3.0 B Standard | Plug | ||
|---|---|---|---|
| 1 | VBUS | Red | ![]() |
| 2 | D- | White | |
| 3 | D+ | Green | |
| 4 | GND | Black | |
| 5 | StdA_SSRX- | Blue | |
| 6 | StdA_SSRX+ | Yellow | |
| 7 | GND_DRAIN | GROUND | |
| 8 | StdA_SSTX- | Purple | |
| 9 | StdA_SSTX+ | Orange | |
| Shell | Shield | Connector Shell | |
É comum adquirir-se um cabo USB e, ao não chegar fisicamente para interligar os dois dispositivos, colocamos uma extensão que ao ser ligada faz com que deixe de trabalhar.
A especificação USB 2.0 limita o comprimento de um cabo entre dispositivos USB 2.0 (Full Speed ou Hi-Speed) a 5 metros. Por outras palavras, não se pode simplesmente interligar múltiplos cabos. Assim, para que não existam falhas na utilização, sem amplificação, o cabo USB 2.0 não deve exceder os 5 metros./p>
A norma 3.0 e 3.1 não especifica um comprimento máximo de cabo entre dispositivos USB 3.0 / 3.1 (SuperSpeed ou SuperSpeed +) mas há um comprimento recomendado de 3 metros. No entanto, a maior limitação ao comprimento do cabo é a qualidade do cabo. Os resultados podem variar, porém, com um cabo de alta qualidade pode-se ir além dos 3 metros. Mas, para garantir bons resultados, use um cabo ativo que possibilita o funcionamento com comprimentos superiores aos aconselhados.
Com as especificações a limitar o comprimento dos cabos, há alguma forma de estender esses limites? Sim! No entanto, para superar os limites de comprimento de cabo (ou comprimentos recomendados), é necessário usar hubs USB auto-alimentados ou cabos ativos (repetidores) que também têm os seus próprios limites. Outras opções, como USB over Ethernet ou construir sua própria ponte USB, podem estender ainda mais o alcance do USB.
Cabos de extensão e hubs USB auto-alimentados podem ser usados para estender o alcance dos dispositivos USB. Os cabos de extensão ativa USB contêm componentes que regeneram/amplificam o sinal USB. Cabos ativos são essencialmente hubs USB de 1 porta. Pode usar um cabo USB comum em conjunto com um cabo ativo, desde que o cabo normal não tenha mais de 5 metros de comprimento para dispositivos 2.0 e não mais que 3 metros de comprimento para dispositivos 3.0. Normalmente, os cabos ativos são cabos alimentados por barramento. Para garantir que recebem energia necessária ao seu funcionamento (500mA) de uma porta USB, deve-se considerar a aquisição de um cabo ativo que inclua um adaptador de energia sem a necessidade de alimentação através da tomada USB.
As especificações USB 2.0 / 3.0 / 3.1 permitem apenas 7 níveis de dispositivos a serem interligados. Quando se conta os dispositivos em cada extremidade (o host e o dispositivo periférico), ficamos apenas com 5 camadas disponíveis sendo que cada hub USB é considerado de 1 nível. Assim, podem ser saudos no máximo de 5 hubs USB para um comprimento máximo total de 30 metros.
O valor máximo depende da utilização de cabos comuns com ativos ou não. Se não se usar um cabo comum, o comprimento máximo de cabo ativo para USB 2.0 é de 30 metros e o comprimento máximo recomendado para USB 3.0 / 3.1 é de 18 metros). Se usarmos um cabo comum (comprimento máximo de 5 metros para 2.0 e comprimento máximo de 3 metros para 3.0 / 3.1) com um cabo ativo, então o comprimento máximo para USB 2.0 é de 25 metros e o máximo recomendado comprimento para USB 3.0 / 3.1 é de 15 metros.
Existem outras formas de propagar um sinal USB para além do limite de 30 metros. Pode-se usar para atingir distâncias até 100 metros. Além disso, pode-se construir sua própria ponte USB para transmitir dados através de diferentes canais de comunicação, como métodos sem fio.
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