quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Como fazer Placa Nivel Caixa Dagua

 Se você procura uma placa para fazer que monitora o nível da caixa dagua, veja abaixo essa super monitor de nível caixa dagua, muito  facil de fazer, poucos componentes.

Placa-Nivel-caixa-dagua

Segue na imagem abaixo outro projeto para fazer em casa bem simples e eficiente, confira:


 
Se tiverem Dúvidas ou Sugestão use o campo de perguntas abaixo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Parabólica na Banda C ou antena banda KU – de Graça

 

Sua Parabólica na banda C ou antena banda KU – de Graça, sem pagar assinatura


parabólica-banda-C-antena-banda-KU Isso não é novidade, pois já tem um bom tempo que sinal digital de TV está sendo transmitido via satélite e hoje já temos uma boa quantidade de canais em vários satélites que podem ser sintonizados no Brasil. Porém preferi escrever sobre o assunto pois vi que o post do LNBF rendeu boas visitas, então preferi escrever o TV digital FTA. Essa vai ser a solução de TV digital para muitos brasileiros por um bom tempo é só reparar que algumas cidades não tem sequer sinal de TV VHF ou UHF decente. O mercado de TV digital via satélite só tende a se expandir.


Se ja sabe que é é iptv ou kodi segue link com centenas de lista que basta inserir em seu iptv ou kodi e ja tem acesso a centenas até milhares de canais link da lista http://pintient.com/IMW

Então porque não houve uma grande conversão pro sistema digital?

Simples, um certa emissora poderosa, simplesmente prefere manter seu sinal atrelado as tvs por assinatura, recentemente ela até adotou a chamada TV digital rural em algumas regiões do pais. Mais pra isso precisa pagar um preço alto por um receptor  só pra ver sua “novela”… Resumo nós a amamos e ela nos odeia. Tudo bem que tem umas desculpas que o sinal não tá liberado em todos os locais pra não prejudicar as emissoras locais (entenda-se operadoras de TV por assinatura).
Tenho certeza que ela que tem todo esse poder sobre o que o povo assiste, se tivesse adotado esse meio de transmissão desde o início, pode ter certeza que parabólica analógica seria minoria hoje.

Não dá pra ver o canal famoso de novelas mesmo assim compensa?

A resposta é sim, pois tem muita coisa melhor a maioria dos canais brasileiros estão disponíveis FTA nos satélites, interessante também são os canais das afiliadas nos estados que também transmitem sinal via satélite, isso sim é TV digital rural. Além do mais vira e meche tem afiliada deles como a de Minas que está FTA por um tempo.

O que preciso pra sintonizar os canais de TV digital via satélite?

Dá pra usar sua antena parabólica do sistema analógico, só o LNB se ainda for com servo motor tem que trocar para um LNBF, também precisará de um receptor para o sinal digital, um exemplo é o receptor Telesystem F11 que custa cerca de R$ 150,00. Não é preciso nem reposicionar a parabólica, pois o satélite que já usa para canais analógicos também tem canais digitais. Basta fazer uma busca cega e pronto.
O bom de fazer a conversão para o sinal digital só agora é já ter produtos muito bem testados e de melhor qualidade além de preços bem mais em conta, do que os dos inicio.
Para quem não abre mão dos canais analógicos ainda assim dá pra usar os dois receptores ou adquirir um Anadigi que funciona nos dois sistemas.
Para canais internacionais em alguns satélites pode ser necessário um LNB com polarização Circular e também ás vezes com uma banda passante maior.

Quais satélites posso apontar a antena?

A maioria dos canais brasileiros estão no satélite C2, C1 e B4, uma lista completa de canais por satélite está no site PortalBSD. Para sintonizar mais de um satélite você vai precisar de uma chave DiseqC (Digital Satellite Equipment Control) que deve ser adquirida de acordo com a quantidade de satélites que vai apontas as antenas, ex: 2X1, 4X1, 8X1, 16X1. O que vai decidir pra onde apontar suas antenas é qual canal quer assistir, é só espiar no portal BSD… Achou o canal do Brasil ou Internacional, veja qual satélite, que tipo de equipamento precisa e aponte a antena.
Esquema Chave Diseqc 4X1 450x387 Tv digital via satélite FTA usando sua parabólica banda C ou antena banda KU   de Graça, sem pagar assinatura tv digital Tutorial Notícias dicas como ligar uma antena parabolica Dicas Antenas
Exemplo de uso da chave Diseqc 4X1

A tecnologia da Tv Digital via Satélite está de acordo com a lei?

Sim trata se de sinal FTA (Free To Air) ou seja sinal livre (abertos) que é diferente de pirataria.

Quais antenas utilizar para receber o sinal digital?

Antena parabólica para banda C telada ou de fechada (fibra ou Chapa) as Focal Point, de preferência as grandes (>= 2,20m) e antena para banda KU (essas do tipo utilizadas pela Sky, Claro TV e cia) as Off-Set, na verdade o que diferencia uma da outra é o LNBF sendo um para banda Ku e outro para banda C. Dá pra usar a antena de banda C para Ku utilizando um LNBF específico. Não é possível canais banda C em antenas banda Ku de 60cM.

parabolica telada century Tv digital via satélite FTA usando sua parabólica banda C ou antena banda KU   de Graça, sem pagar assinatura tv digital Tutorial Notícias dicas como ligar uma antena parabolica Dicas Antenas
Parabólica banda C telada
parabola zirok1.5 chapa 450x450 Tv digital via satélite FTA usando sua parabólica banda C ou antena banda KU   de Graça, sem pagar assinatura tv digital Tutorial Notícias dicas como ligar uma antena parabolica Dicas Antenas
Parabólica fechada da marca Zirok de 1,5 Metros com LNB banda Ku
antena banda Ku Zirok 90cm Tv digital via satélite FTA usando sua parabólica banda C ou antena banda KU   de Graça, sem pagar assinatura tv digital Tutorial Notícias dicas como ligar uma antena parabolica Dicas Antenas
Parabólica Banda Ku da Marca Zirok
antena-parabolica-rastreavel-motor
Antena parabólica rastreável com motor para fazer o posicionamento
Antena Rastreável – solução montada pelo amigo Roger
Tem um sistema chamado de caronas onde pode utilizar vários lnbs numa só antena parabólica. Por ex: C2 + C1 + B3 + B4. Inclusive tem kits a venda para facilitar a “gambiarra” e assim aproveitar ao máximo cada antena parabólica. Essencial um antena grande para se utilizar dessa facilidade.



sistema chamado de caronas onde pode utilizar vários lnbs numa só antena parabólica. Por ex: C2 + C3 + B4
Exemplo de antena com caronas

Quais receptores utilizar para receber canais FTA?

Tudo vai depender do seu sistema, se já tem uma TV de alta definição compre logo um receber pronto pra receber sinal Full-HD os receptores DVB-S2, caso contrário pode começar pelos mais baratos para receber canais SD (Standard Definition) receptores DVB-S. Prefira também os que tem entrada USB e que leia arquivos de Vídeos, música e fotos, além de poder gravar a programação (PVR – Gravador pessoal de vídeo programável) sendo mais um diferencial poder assistir filmes. Se quer canais analógicos tem também tem os anadigitais. Se você ama o canal da bolinha veja no site se o sinal é liberado na sua cidade e pague caro num receptor TVDR com GPS. Se quer ter canais digitais FTA no PC tem algumas opções de placas PCI padrão DVB-S /S2.
Recomendações: Pelo que vi nos comentários,  fuja dos anadigi, se precisar dos canais analógicos (A Groba) adquira um receptor analógico, e de preferência compre um digital compatível com DVB-S2, mesmo que tenha uma TV de tubo, isso devido a compatibilidade com muitos canais que estão nesse padrão incluindo Band HD e RedeTV HD. E sua TV de tubo logo vai ser substituída mesmo! E não vamos confundir DVB-S2 com sinal HD, o que acontece é que o padrão DVB-S2 permite melhor compactação, então está sendo adotado por muitas emissoras. Logo é importante ter um aparelho que receba os dois tipos! Só que DVB-S2 não será definitivo, logo teremos novidades… Assim é a tecnologia!
Antes de adquirir um receptor sugiro que visite fóruns especializados como O HTforum.com e o Vcfaz.com, e veja os pontos fortes e fracos de cada receptor, e assim tomar sua decisão!
Alguns modelos de receptores a venda no Mercado Brasileiro (lista aleatória)

  • TeleSystem F21 – DVB-S2
  • Telesystem F11 – DVB-S
  • Orbisat Digital Plus S2200 – Anadigi DVB-S
  • Amplimatic ET 7100 – Anadigi DVB-S
  • Amplimatic  ET 7000 – DVB-S
  • Century DSR1900s – DVB-S
  • Century DSR1900 HD – DVB-S2
  • Century MidiaBox SHD7000 – DVB-S2 e analógico o primeiro 3 em 1
  • Visiontec VT4000-A – DVB-S
  • Visiontec  VT3100-C – DVB-S
  • Logicasat LS200 – DVB-S
  • Logicasat LS 300 – DVB-S
  • Elsys TVDR – DVB-S2 -> Esse pega Globo Tv Digital Rural, nas áreas com cobertura.
  • Cromus HD CHD11B – DVB-S2
  • Zinwell DVB-S2 e Zimwell Combo ISDB-T + DVB-S2
  • Coship N6760 – DVB-S2
  • Ekotech ZDX-650CN – Combo ISDB-T + DVB-S2
  • Bedin Sat BS5000 – Anadigi DVB-S
  • Plasmatic RP 700 SLIM – DVB-S
  • Plasmatic  RP 710 SLIM – Anadigi DVB-S
Tem outros… esses foram os que encontrei por agora!

Preciso de uma tv HD Ready ou Full HD para Assistir TV digital via satélite?

Para usufruir ao máximo do sinal digital é recomendável um TV de alta definição de plasma, LED ou LCD. Porém já vai notar grande diferença mesmo na sua TV de tubo e compensa utilizar mesmo sem um televisor de alta definição. Se quiser fazer uma comparação veja a imagem das TV por assinatura como o Sky por exemplo.

Quais canais poderei assistir?

São muitos canais de rádio e tv nacionais e internacionais disponíveis em vários satélites, por isso tem até site especializado em manter um lista desses canais sempre atualizada. Um bom exemplo que recomendo é o PortalBSD que tem a lista de canais dividido por categorias. Se não tem o canal da bolinha tem SBT,
Band Full HD, RedeTV Full HD e 3D, Rede Vida HD,
Record HDe suas afiliadas nos estados, canais Religiosos e conteúdo Rural. Essa também é uma oportunidade para essas emissoras com sinal livre ganhar e conquistar esse mercado consumidor e alguns podem chegar atrasado!
Alguns termos
Banda C – Gama de frequências compreendida entre 3.7 e 4.2 GHz, na qual operam alguns sistemas de transmissão via satélite;
Banda Ku – Faixa de frequência de micro-onda que corresponde, no enlace de descida dos satélites, ao intervalo de 10700 a 12750 MHz e, no enlace de subida, de 12750 a 14500 MHz;
Busca cega – Diz-se da função que possuem alguns receptores digitais de satélite que lhes conferem a capacidade de varrer a faixa de frequência de transmissão, quer em banda C ou em banda Ku, e identificar frequências onde há portadora, com ou sem modulação, identificando, inclusive, o SR correspondente.
Cobertura – (Footprint) Diz-se da zona coberta pela difusão de um sinal emitido por um satélite. A cobertura depende diretamente da potência de emissão do satélite, bem como da direção e do tipo de antenas de emissão utilizadas.
DBS – Abreviatura de ou acrônimo para Direct Broadcasting System, que designa os sistemas de transmissão endereçados diretamente a um usuários assinantes, como o DTH (Direct To Home) e FTA (Free To Air).
DVB-S – DVB-S é uma abreviação de Digital Video Broadcasting – Satellite – É primeira geração para transmissão de vídeo via satélite, utiliza o formato MPEG-2
DVB-S2 –  É abreviatura para Digital Video Broadcasting – Satellite – Second Generation – É o sucessor do  DVB-S, permite utilizar melhor a banda por canal do transponder, utiliza o formato MPEG-4 (AVC), utilizado pelos canis HD.
Circular – Diz-se da polaridade de uma onda eletromagnética cujo campo elétrico rotaciona ao longo do seu percurso de propagação.
FEED – Termo inglês utilizado para definir as transmissões eventuais de sinais de satélite para transferir informações de uma cidade a outra, de um país a outro, de ponto a outro do globo terrestre.
SDTV ou SD – Abreviatura de ou acrônimo para Standard Definition TeleVision, formato de TV digital que tem a habilidade de transmitir de 2 a 8 programas de qualidade padrão, equivalente ao NTSC, ao invés de programas de TV de alta definição, usando o mesmo canal. O sistema SDTV também incorpora som estéreo e mais uma vasta faixa de serviços. A imagem é exibida sem ruído, fantasmas ou interfência e tem melhor qualidade que o convencional sistema analógico.

HDTV ou HD – Abreviatura ou acrônimo para o termo em língua inglesa high-definition television, é um sistema de transmissão televisiva com uma resolução de tela significativamente superior à dos formatos tradicionais (NTSC, SECAM, PAL). Em transmissão via satélite fica conhecido como HD as programações que são transmitidos nos padrões 1080i (entrelaçado), 1080p (progressivo) e 720p. Ás vezes um canal mesmo que seja HD como a Band, tem apenas parte de sua programação principal  gerada e transmitida em HD, sendo o restante transmitido em SD.
Veja como reaproveitar sua mini antena parabólica (Off Set) de 60cm das operadoras de TV por assinatura para fins FTA
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Leia mais: http://www.te1.com.br/2011/04/tv-digital-via-satelite-fta-usando-sua-parabolica-banda-c-normal-ou-antena-banda-ku-como-fazer/#ixzz413qMo8MQ

Energia Eólica como Funciona?

 

Energia Eólica

A energia eólica é a energia produzida pelo vento resultante das diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial terrestre provocado pela radiação solar. A deslocação de massas de ar (vento) é influenciada pelas condições atmosféricas (intensidade e direção) por obstáculos e condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento para produção de energia elétrica é efetuada através de turbinas eólicas acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente chamado Aerogerador ou Turbina Eólica. Existem vários tipos de turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que constituem o rotor.

Gerador eólico e componentes.

Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA) que, depois de retificada, é transformada em contínua(CC). A corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alternada utilizável(alimentação direta de dispositivos ou para injetar na rede elétrica). Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).

Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere substancialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um conjunto de baterias ou é injetada diretamente na rede pública.

Produção de energia

A produção de energia elétrica a partir do vento tem vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas

Vantagens:

  • Não gera resíduos e não emite gases poluentes;
  • É uma fonte de energia inesgotável;
  • Os parques eólicos podem ser usados para outros fins, agricultura, pastorícia ou criação de gado;
  • É uma fonte barata de energia que pode competir com as fontes de energia tradicionais em termos de rentabilidade;
  • Não requer uma manutenção frequente e tem uma manutenção reduzida.

Desvantagens da utilização da energia eólica:

  • Não tem uma produção constante, fatores como a falta de vento podem, durante períodos, tornar nula a produção;
  • Impacto visual e sonoro dos parques eólicos ou mesmo de um gerador caseiro;
  • Em larga escala, pode afetar o comportamento migratório de algumas espécies de aves.

A energia cinética, resultante das deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:

  • energia mecânica através de aeromotores;
  • energia elétrica através de turbinas eólicas ou aerogeradores.

Potencial Eólico

O potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento que auxiliam na determinação do potencial eólico de um local, são relativos à intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos ventos no local da instalação. Entre eles pode-se citar o relevo, a rugosidade do solo e outros obstáculos (edifícios, por exemplo).
A potência mecânica disponível (P) numa turbina depende grandemente (fator cúbico) da velocidade do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a intensidade e a direção do vento.

A potência do vento que passa perpendicularmente através de uma área circular P = 1/2 (rv3 r2)

Onde:

P= potência média do vento em Watts [W]
r(rho) = densidade do ar seco = 1,225 kg/m3 (PTN)
v= velocidade média do vento [m/s]
(pi) =3.1415926535...
r = raio do rotor em m [metros]

Contudo, esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador, pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:

P = 1/2 (rv3 pr2Cp)

O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:

Coeficiente Cp para aerogeradores

Potência de um Aerogerador

Os aerogeradores são classificados de acordo com a sua potência; com 1 MW, pode alimentar 900 habitações de 3 pessoas, se excluirmos o aquecimento eléctrico.

Diâmetro
Potência
Pequena potência
< 12m
< 40KW
Média potência
12 a 45 m
40KW a 1 MW
Grande potência
> 46m
> 1MW

Limite de Betz

O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:

Limite de Betz
V1 é a velocidade do vento antes das pás da turbina
V é a velocidade do vento nas pás da turbina, na ordem de 10 m/s

V2 é a velocidade do vento após ter transferido energia às pás da turbina

Onde V1 > V > V2 , sendo estas velocidades paralelas ao eixo do rotor.

Que potencia uma turbina pode produzir em função das dimensões?

Turbina eólicaPotência elétrica
Diâmetro do Rotor (m): Velocidade Média do Vento:


Eficiência Turbina - Coeficiente Cp: *
* Nota: Uma turbina de um aerogerador bem desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.

Pot. Instantânea (kW):

Pot. Mensal (kWh):

Pot. Anual Produzida (kWh):

Área (m2):

** Assume-se que a densidade do ar é 1.225kg/m3
Uma turbina de um aerogerador bem desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.

Nota - Nos cálculos mensais e anuais, considera-se que o gerador tem um funcionamento permanente médio igual ao valor apresentado, como a produção não é linear, a paragem por falta de vento ou elevados níveis de produção podem tornar estes valores pouco precisos. Os valores apresentados mensalmente e anualmente devem ser considerados como estimativas prováveis e não valores exatos.

A eficiência do vento em relação à energia elétrica produzida pode ser calculada neste simples programa. Cálculo para geradores eólicos.

Aerogerador eólico
Aerogerador
Aerogerador eólico
Componentes Gerador

Como produzir energia eólica?

Para produzir energia elétrica é necessário um gerador eólico. A utilização pode variar, um gerador pode estar desligado da rede elétrica e ter um circuito independente suportado por baterias ou estar ligado diretamente à rede elétrica exterior injetando o sinal na rede. O primeiro caso, necessita de baterias que acumulem a carga, existe uma utilização autónoma. O segundo caso, necessita de um inversor aprovado pelo distribuidor e, nesse caso, o distribuidor pode até comprar essa energia.

Existe um outro tipo de utilização, um gerador autónomo que distribuí enquanto as baterias tiverem carga e, no caso de não existir carga suficiente, o sistema comuta automaticamente para a rede elétrica de distribuição.

Posso eu mesmo construir um gerador eólico caseiro?

Sim.

Para construir um gerador eólica existem algumas questões a que se deve ter atenção

O local onde vou instalar o aerogerador tem vento suficiente?

A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída. Verifique os mapas de velocidades do vento.

Turbulência do vento

Os locais abertos ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a rentabilidade da instalação, não esquecer que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o trabalho de colocação, certamente os resultados vão ser diferentes.

As zonas de turbulência devem ser evitadas para instalar qualquer tipo de turbina eólica.

Que tamanho de turbina necessito?

As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h.  Um valor considerável para uma habitação média. 

Que tipo de gerador devo usar?

A maioria dos aerogeradores pequenos são usados para carregar baterias que posteriormente vão colocar essa energia elétrica transformada no setor normal de 220V. A escolha obvia para um aerogerador caseiro será o alternador de um veículo automóvel. Mas a utilização de uma alternador tem alguns inconvenientes, o dispositivo funciona apenas com uma rotação elevada +/- 2000RPM a velocidade das pás raramente ultrapassa as 100RPM, existe assim a necessidade de multiplicar mecânicamente este diferencial. Neste processo existem perdas significativas. Em aerogeradores instalados a baixa altitude (em relação ao solo) existe um pequeno aproveitamento energético, existe a necessidade de ter um gerador com uma eficiência muito boa para ter aproveitamento.

Quase todas os aerogeradores pequenos de fabrico comercial usam geradores com ímans permanentes que não são fáceis de construir. O gerador é o componente fundamental para o êxito ou fracasso do projeto. Contenha o entusiasmo mas não desanime existem sempre soluções.

Brevemente vamos colocar aqui como aproveitar motores de CC em geradores

A altura da turbina é importante?

Quanto mais alto melhor, a potência do vento em função da altura varia nas seguintes proporções:

Potencia v Altura
V0-Velocidade em m/s à altura de referência h0 do solo
α-Coeficiente característico do local; entre 0,1 e 0,4

Cada local pode ter um fator diferente, baseando-nos num fator de 0,1 podemos criar um gráfico aproximado.

Altura gerador

Posso eu mesmo construir as pás das turbinas?

Sim, vamos colocar aqui alguns processos para construção das pás das turbinas, algumas mais sofisticadas em fibra outras utilizando materiais comuns usando simples tubos de polietileno.

Não esquecer que no caso de produção de energia em excesso a EDP é obrigada a comprar essa energia produzida, se tem vento e espaço pense nisso.

O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção

O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção caseira, destina-se apenas a testar todo o poder que o vento tem em gerar energia, se tem possibilidade tente fazer este pequeno aerogerador, os problemas que surgem são idênticos aos geradores de maior dimensão, até a lei de murphy nº13442331 se manifesta, diz que depois de terminado, o vento não vai soprar durante 5 dias, pode fazer o download clicando em turbina eólica e na mesma linha da turbina anterior aerogerador.

Para verificar a velocidade do vento um esquema simples de um anemómetro

Construir um pequeno aerogerador caseiro

Um circuito mais complexo mas com aproveitamento energético, vamos aproveitar um motor de video gravador.

Motor adaptado para aerogerador

Vamos aproveitar o circuito de três fases existente nos servo motores dos videos e fazer a sua ligação a díodos em ponte.

Diodos de retificação

vamos então ligar os díodos ao motor

Ligação do motor aos retificadores

Cada enrolamento de cada fase tem a mesma resistência, aproximadamente 4 ohm, verifique com o multímetro se os enrolamentos têm todos o mesmo valor.

Agora vamos construir as pás da turbina. Vamos para isso utilizar réguas de madeira ou metálicas preferencialmente de aluminio.

Pás da Turbina

Suporte as pás de modo a obter o máximo rendimento do vento fazendo o centro da turbina com esta forma.

Pá da Turbina

Obtemos um conjunto que pode ser utilizado para produzir energia.

Turbina Caseira

Nesta foto já com o motor incorporado

Aerogerador Caseiro

Depois de concluído podemos então ligar o sistema a um controlador de carga e carregar baterias ou pilhas.

RJ45 Ethernet 10/100 Base T

 

 Tudo Sobre RJ45 Ethernet 10/100 Base T

As fichas e tomadas RJ45 destinam-se a ligar(conectar) dispositivos que transmitem dados entre si, estabeleceram-se normas para que, ao instalar fichas, tomadas e cabos de rede distantes entre si, exista sempre uma ligação certa entre os aparelhos que necessitam de ser cornetados. São usadas para interligar computadores, HUBs, Switchs e, nas ligações de redes estruturadas, no mesmo cabo passam as ligações de telefone, áudio e vídeo.

As RJ 45 são utilizadas em telefones digitais (RDIS e T1) LAN (10 baseT, 100Baset, Gigabit) RS232 (RS232D).
São constituídas por 8 pinos (4 pares).

A mesma ligação de pinos para 10Base-T e 100Base-TX.


Pinos nas tomadas RJ45

Pinout Tomadas e HUBs

RJ45 FEMALE FICHA (Nas Tomadas de rede nos hubs, placas de rede)


Pinos nas fichas RJ45

PINOUT RJ45 PLUG
PINOUT RJ45

Pinout Fichas e Plugs

RJ45 MALE CONNECTOR (Nos Cabos)

 

Ficha RJ45 FÊMEA Nas placas de rede, nas tomadas e ligações de hubs.
Ficha RJ45 MACHO nos cabos de rede.


Norma 568 - Cores RJ45

568A
568B
Plug 568A
Plug 568B
Norma 568A e 568 B fichas cabos de rede

A norma que especifica a terminação de um cabo CAT5 designa-se por norma 568.
Esta norma define como os cabos UDP ou FTP CAT 5 são ligados nas fichas, painéis e tomadas RJ45.
Originalmente definido pela EIA (Electronics Industry Association) e TIA (Telecommunication Industry Association) nos EUA em 1991, foi posteriormente adoptada pela ISO (norma ISO/IEC 11801:1995).
Inicialmente o standard ficou conhecido como TIA/EIA 568A e mais tarde reconhecido o padrão da AT&T e designado por TIA/EIA 568B.
Não existe nenhuma vantagem entre os dois standard nem uma preferência por parte das organizações que os introduziram. A opção de utilização do 568A ou 568B cabe a cada instalador, fabricante ou projectista. A norma adoptada deverá ser seguida em toda a estrutura de rede, uma vez que a única diferença consiste na ligação dos pares verde e laranja, não existe vantagem técnica de qualquer dos modelos quando a rede é utilizada somente para ligações Ethernet. Nas ligações de voz, verifica-se que a ligação T-568A usa os pares Azul e Laranja da mesma forma, pelo que é mais compatível com sistemas antigos não estruturados.

  • TIA/EIA 568A o par Verde liga-se nos pinos 1/2 e o par Laranja liga aos pinos 3/6
  • TIA/EIA 568B o par Laranja liga-se nos pinos 1/2 e o par Verde liga aos pinos 3/6
tomadas bastidor T568A e B
normas 568A e 568B em fichas RJ45

 

Cabos UTP e FTP

cabo utp
Cabo UTP

Nas instalações de rede que são utilizadas para conexões Ethernet 100BASE-Tx, cada segmento de cabo pode ter no máximo 100m.
Os cabos podem ser rígidos ou flexíveis, conforme os condutores internos sejam uni-filares ou multi-filares. O cabo rígido normalmente é aplicado dentro das calhas e em instalações fixas e o cabo flexível é aplicado em ligações que podem ser ligadas e desligadas com frequência. As Fichas RJ45 e as tomadas utilizadas podem ser especificas para um determinado tipo de cabo.
As ligações de 100Mbps em cabos da categoria 5, 5e e 6 usam apenas 2 pares. Os restantes pares podem ser utilizados para telefone ou para Power-Over-Ethernet (PoE 802.3af). Existem fabricantes que utilizam estes pares para aumentar a taxa de transmissão (ligação a 200Mbps).
Ligações 1000BASE-T (Gigabit Ethernet 802.3ab) utilizam os 4 pares (8 condutores).

Categorias cabo UTP

Categoria EIA/TIA Velocidade LAN 100M ISO Spec EIA/TIA Spec
Categoria 3 16Mhz 10Mbit/s 100Base-T4    
Categoria 4 20Mhz 16Mbit/s 100Base-T4    
Categoria 5 (5e) 100Mhz 100Mbit/s 100Base-TX ISO/IEC-11801 TIA/EIA-568-A-5
Categoria 6 250Mhz 100Mbit/s 100Base-TX ISO/IEC-11801 TIA/EIA-568-B.2-1

Na instalação de uma rede há que ter especial atenção ao tipo de cabo, um cabo de categoria 4 não vai permitir que uma rede de 100mHz funcione na sua potencialidade

Cabos diretos e cruzados

ligação cabos de rede diretos e cruzados

Alguns equipamentos de rede (Routers, HUBs e Switch) têm portas UPLINK. Estas portas têm cruzamento interno nos pares 1/2 e 3/6 de forma a permitir o uso de cabos diretos para interligar equipamentos. Actualmente, alguns dos Switches utilizam portas do tipo MDI-X que detectam o tipo de cabo e de ligação e cruzam automaticamente, se necessário.
para ligar dois computadores entre si, utiliza-se um cabo cruzado, assim como em ligações de uplink, entre dispositivos de rede.Para ligar um computador a um switch, router ou HUB utiliza-se um cabo direto

ligações diretas e cruzadas

Cabos Diretos (straight)

cabo rj45 direto
Cabo RJ45 (direto)

Norma 568A e 568 B fichas cabos de rede
Apenas os pares 1/2 e 3/6 são necessários para ligação a 10Mbps e nas ligações com cabos UTP CAT 5, 5e e 6., utilizam a mesma norma em cada uma das terminações.

Ficha-1 Nome DescriçãoFicha-2
1 TX+ Tranceive Data+ 1
2 TX- Tranceive Data- 2
3 RX+ Receive Data+ 3
4 n/c BI_D3+ 4
5 n/c BI_D3- 5
6 RX- Receive Data- 6
7 n/c BI_D4+ 7
8 n/c BI_D4- 8

Os dispositivos de rede podem estar distantes das tomadas de alimentação, foi definido um standard para alimentação Power-Over-Ethernet (spec 802.3af), que permite usar os pares livres do cabo UTP para transportar a alimentação (normalmente até 24V). São possíveis diferentes esquemas de uso dos pares, mas os pinos 4/5 e 7/8 devem estar correctamente ligados.

Cabos Cruzados (crossed)

cabo rj45 cruzado
Cabo RJ45 (cruzado)
Cabo Cruzado norma 568 A-B

 

Os pares 1/2 e 3/6 necessitam de ser cruzados em ligações de 10 ou 100Mbps. Em ligações de 1000Mbps, todos os pares têm de ser cruzados. A alimentação Power-Over-Ethernet é independente da polaridade, pelo que ambos os esquemas podem ser utilizados.

Ficha 568A Nome DescriçãoFicha 568B
1 TX+ Tranceive Data+ 1
2 TX- Tranceive Data- 2
3 RX+ Receive Data+ 3
4 n/c BI_D3+ 4
5 n/c BI_D3- 5
6 RX- Receive Data- 6
7 n/c BI_D4+ 7
8 n/c BI_D4- 8

Alicate para Cravar RJ45

alicate para cravar rj45
Alicate RJ45

Ao contrário de outras fichas e terminais, as fichas necessitam de uma ferramenta especifica para cravar os cabos. Um dos principais problemas que surgem nos cabos é o deficiente contacto entre o cabo e o pino de contacto. Este tipo de alicate varia muito em termos de qualidade. Se for para fazer um número reduzido de cabos e se for para ser usado de uma forma ocasional, um alicate de baixa qualidade é suficiente, no entanto, se for para usar de forma continuada, as ferramentas mais baratas rapidamente se deterioram é melhor adquirir um de melhor qualidade.

Normalmente, o mesmo alicate que crava RJ45 funciona também para RJ11 não existindo necessidade de ter duas ferramentas para cada uma das normas de ligação.

Redes estruturadas

Como se verifica, a simples ligação apenas usa 2 pares. O cabo tem 4 pares, sendo assim, os outros dois pares podem ser usados para levar outra informação, telefone, áudio, vídeo ou outros dados. A rede estruturada consiste basicamente na utilização da estrutura de distribuição de todos os sinais.
A estrutura de cabos deve ser versátil ao ponto de permitir mudanças de configuração e garantir a redução de problemas de interrupção, custos de manutenção e reposicionamento de cabos.

USB (Universal Serial Bus)

 

USB (Universal Serial Bus)

USB 1.0 - 2.0 USB 3.0 - USB SUPERSPEED

USB é uma especificação de comunicação entre dispositivos e um controlador de host (normalmente computadores pessoais), desenvolvido e inventado por Ajay Bhatt funcionário na Intel. O USB começou a ser desenvolvido em 1994 por um grupo de sete empresas: Compaq, DEC, IBM, Intel, Microsoft, NEC e Nortel.


Na sua concepção original, o padrão de ligação, destina-se a facilitar a ligação entre dispositivos externos para computadores pessoais PC, substituindo uma infinidade de conectores na parte traseira dos computadores simplificando a configuração de software de todos os dispositivos conectados no USB, bem como permitir uma maior largura de banda para dispositivos externos.



simbolo USB Antes desta norma, para configurar um dispositivo ligado a um computador, era necessário configurar os IRQs e ou jumpers, é introduzido com esta norma o padrão "Plug and Play"(Ligar e Usar) que permite ao utilizador menos experiente ligar qualquer dispositivo sem necessidade de configuração adicional a nível de hardware.


Cabos e Fichas(Conectores) USB

Cabos USB 1.x/2.0
Pino Nome Cor Cabo Descrição
1 VCC Encarnado +5V
2 D- Branco Data -
3 D+ Verde Data +
4 Massa Preto Massa

O comprimento máximo de um cabo USB padrão (para USB 2.0 ou anterior) é de 5,0 metros. A principal razão para esse limite é o atraso máximo permitido de 1.500 ns. Se os comandos host USB não são respondidas pelo dispositivo USB no prazo fixado, o sistema considera o comando perdido. O atraso máximo aceitável para os cabos é de 26 ns. A especificação USB 2.0 requer que o atraso no cabo seja inferior a 5,2ns por metro (192.000Km/s), que fica perto da largura de banda máxima para cabo de cobre padrão). Isso permite a utilização de um cabo de 5 metros. O padrão USB 3.0 diretamente não especifica um comprimento máximo de cabo, exigindo apenas que todos os cabos tenham especificações elétricas que permitam. Para cabos de fio de cobre, alguns cálculos sugerem um comprimento máximo de 3m. No cabo de fibra óptica, é provável que venham a ter um comprimento maior e um desenvolvimento e construção mais complexo. e construção mais complexa.

Conectores Fichas USB Standard A/B USB TIPO A - TIPO B
conectores USB Ficha USB USB tipo A, USB tipo B

Falhas Porta USB

Com algum frequência aparecem portas USB que não funcionam, na maior parte dos casos, o cabo de ligação da ficha do painel exterior não está ligada ao interior do computador (main board). Noutros casos (menos frequentes felizmente) a ficha USB foi ligada incorretamente ao interior do computador, esta falha de ligação pode produzir danos nos dispositivos USB que se vão ligar ao computador.

fichas de ligação usb à motherboard

O que acontece é que o técnico ao instalar o cabo externo de USB pode fazer a ligação de forma errada uma vez que algumas motherboards não têm informação de ligação sem consultar o manual

ficha de ligação frontal USB motherboard

Testar Porta USB

testador para USB
Circuito Teste USB

A ligação de um dispositivo externo USB a uma porta com ligação deficiente pode queimar definitavente o dispositivo que pretendemos ligar. Para evitar avarias acidentais e testar as portas na saída da montagem existe um dispositivo simples de construir que evita danos maiores.

testador led verde ligadotestador led amarelo ligado Ao ligar o LED verde fica aceso e o amarelo pisca 3 vezes: A polarização está certa, o computador tenta comunicar com o dispositivo de teste.
Se existe uma troca entre o D- e o D+ o testador indica bom funcionamento, no entanto, os dispositivos ligados não funcionam. A troca do D+ com o D- não causa danos aos dispositivos.

testador led amarelo ligado LED amarelo aceso: Erro nas ligações internas à motherboard, verifique as ligações.

testador led vermelho ligado LED vermelho aceso: Erro na polaridade, possivel troca entre o Power e o GND, neste caso não ligue nada à porta, pode danificar o equipamento ligado.

Todos os leds apagados: A porta está sem alimentação ou os cabos estão mal ligados internamente, não ligue nenhum equipamento à porta até verificar as ligações internas.

ATENÇÃO: Ao construir este circuito não troque as polaridades.






USB 3.0 - USB SUPERSPEED

simbolo USB 3.0
Simbolo USB 3.0

Desde o aparecimento da tecnologia USB em 1994 e, desde então, várias revisões e melhorias foram implantadas. As mais populares são as versões 1.1 e 2.0, a primeira (1.1) permite alcançar, no máximo, taxas de transmissão de 12 Mb/s, enquanto que a segunda(2.0) pode oferecer até 480 Mb/s.

Em Novembro de 2008 são anunciadas as especifições para a revisão 3.0 e, tem como principal característica, a capacidade de oferecer taxas de transferência de dados de até 4,8 Gb/s (gigabits por segundo).

USB2.03.0
Velocidade480Mb/s4,8Gb/s
Corrente500mA900mA
Plug and Play(1)SimSim
Hot-swappable(2)SimSim
Compatibilidade(3)SimSim

(1)Permite ligar e usar.
(2)Permite ligar e desligar dispositivos sem necessidade de desligar o dispositivo.
(3)Compatibilidade com versões USB anteriores.

Conetor USB 3.0 A

Os conetores e tomadas USB 3.0 são parecidos com os 2.0 mas não são iguais. Os cabos da tecnologia USB 3.0 são compostos por nove fios e os cabos USB 2.0 utilizam 4. As fichas (conetores) USB 3.0 têm contatos para os fios adicionais. Se, um dispositivo USB 2.0 for ligado a uma tomada USB 3.0, usará apenas os contatos frontais do conetor.

SuperSpeed standard A pinout

conetor USB 3.0 A
USB 3.0 A
USB 3.0 A StandardPlug
1VBUS Red pinout USB 3.0 A
2 D- White
3 D+ Green
4 GNDBlack
5 StdA_SSRX- Blue
6 StdA_SSRX+ Yellow
7 GND_DRAIN GROUND
8 StdA_SSTX- Purple
9 StdA_SSTX+ Orange
Shell Shield Connector Shell
USB 3.0 A ligação periferico

SuperSpeed standard B pinout

conetor USB 3.0 B
USB 3.0 B
USB 3.0 B StandardPlug
1VBUS Redpinout USB 3.0 B
2 D- White
3 D+ Green
4 GNDBlack
5 StdA_SSRX- Blue
6 StdA_SSRX+ Yellow
7 GND_DRAIN GROUND
8 StdA_SSTX- Purple
9 StdA_SSTX+ Orange
Shell Shield Connector Shell
USB 3.0 B ligação periferico

Limitações no comprimento dos cabos USB

É comum adquirir-se um cabo USB e, ao não chegar fisicamente para interligar os dois dispositivos, colocamos uma extensão que ao ser ligada faz com que deixe de trabalhar.

Comprimento máximo para USB 2.0

A especificação USB 2.0 limita o comprimento de um cabo entre dispositivos USB 2.0 (Full Speed ​​ou Hi-Speed) a 5 metros. Por outras palavras, não se pode simplesmente interligar múltiplos cabos. Assim, para que não existam falhas na utilização, sem amplificação, o cabo USB 2.0 não deve exceder os 5 metros./p>

Comprimento máximo para USB 3.0

A norma 3.0 e 3.1 não especifica um comprimento máximo de cabo entre dispositivos USB 3.0 / 3.1 (SuperSpeed ​​ou SuperSpeed ​​+) mas há um comprimento recomendado de 3 metros. No entanto, a maior limitação ao comprimento do cabo é a qualidade do cabo. Os resultados podem variar, porém, com um cabo de alta qualidade pode-se ir além dos 3 metros. Mas, para garantir bons resultados, use um cabo ativo que possibilita o funcionamento com comprimentos superiores aos aconselhados.

Como superar as limitações de comprimento do USB

Com as especificações a limitar o comprimento dos cabos, há alguma forma de estender esses limites? Sim! No entanto, para superar os limites de comprimento de cabo (ou comprimentos recomendados), é necessário usar hubs USB auto-alimentados ou cabos ativos (repetidores) que também têm os seus próprios limites. Outras opções, como USB over Ethernet ou construir sua própria ponte USB, podem estender ainda mais o alcance do USB.

Hubs USB e extensões ativas

Cabos de extensão e hubs USB auto-alimentados podem ser usados para estender o alcance dos dispositivos USB. Os cabos de extensão ativa USB contêm componentes que regeneram/amplificam o sinal USB. Cabos ativos são essencialmente hubs USB de 1 porta. Pode usar um cabo USB comum em conjunto com um cabo ativo, desde que o cabo normal não tenha mais de 5 metros de comprimento para dispositivos 2.0 e não mais que 3 metros de comprimento para dispositivos 3.0. Normalmente, os cabos ativos são cabos alimentados por barramento. Para garantir que recebem energia necessária ao seu funcionamento (500mA) de uma porta USB, deve-se considerar a aquisição de um cabo ativo que inclua um adaptador de energia sem a necessidade de alimentação através da tomada USB.

Número máximo de hubs USB

As especificações USB 2.0 / 3.0 / 3.1 permitem apenas 7 níveis de dispositivos a serem interligados. Quando se conta os dispositivos em cada extremidade (o host e o dispositivo periférico), ficamos apenas com 5 camadas disponíveis sendo que cada hub USB é considerado de 1 nível. Assim, podem ser saudos no máximo de 5 hubs USB para um comprimento máximo total de 30 metros.

Comprimento máximo do cabo USB ativo (repetidor)

O valor máximo depende da utilização de cabos comuns com ativos ou não. Se não se usar um cabo comum, o comprimento máximo de cabo ativo para USB 2.0 é de 30 metros e o comprimento máximo recomendado para USB 3.0 / 3.1 é de 18 metros). Se usarmos um cabo comum (comprimento máximo de 5 metros para 2.0 e comprimento máximo de 3 metros para 3.0 / 3.1) com um cabo ativo, então o comprimento máximo para USB 2.0 é de 25 metros e o máximo recomendado comprimento para USB 3.0 / 3.1 é de 15 metros.

Como exceder os 30 metros com cabso USB

Existem outras formas de propagar um sinal USB para além do limite de 30 metros. Pode-se usar para atingir distâncias até 100 metros. Além disso, pode-se construir sua própria ponte USB para transmitir dados através de diferentes canais de comunicação, como métodos sem fio.

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