Blog destinado aos amantes da eletrônica, com diversos tipos de esquemas e projetos elétricos, para fazer em casa, eletrônica analógica e digital.
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Se você procura uma placa para fazer que monitora o nível da caixa
dagua, veja abaixo essa super monitor de nível caixa dagua, muito facil
de fazer, poucos componentes.
Segue na imagem abaixo outro projeto para fazer em casa bem simples e eficiente, confira:
Se tiverem Dúvidas ou Sugestão use o campo de perguntas abaixo.
Sua Parabólica na banda C ou antena banda KU – de Graça, sem pagar assinatura
Isso não é novidade, pois já tem um bom tempo
que sinal digital de TV está sendo transmitido via satélite e hoje já
temos uma boa quantidade de canais em vários satélites que podem ser
sintonizados no Brasil. Porém preferi escrever sobre o assunto pois vi
que o post do LNBF rendeu boas visitas, então preferi escrever o TV
digital FTA. Essa vai ser a solução de TV digital para muitos
brasileiros por um bom tempo é só reparar que algumas cidades não tem
sequer sinal de TV VHF ou UHF decente. O mercado de TV digital via
satélite só tende a se expandir.
Se ja sabe que é é iptv ou kodi segue link com
centenas de lista que basta inserir em seu iptv ou kodi e ja tem acesso
a centenas até milhares de canais link da listahttp://pintient.com/IMW
Então porque não houve uma grande conversão pro sistema digital?
Simples, um certa emissora poderosa, simplesmente prefere
manter seu sinal atrelado as tvs por assinatura, recentemente ela até
adotou a chamada TV digital rural em algumas regiões do pais. Mais pra
isso precisa pagar um preço alto por um receptor só pra ver sua
“novela”… Resumo nós a amamos e ela nos odeia. Tudo bem que tem umas
desculpas que o sinal não tá liberado em todos os locais pra não
prejudicar as emissoras locais (entenda-se operadoras de TV por
assinatura).
Tenho certeza que ela que tem todo esse poder
sobre o que o povo assiste, se tivesse adotado esse meio de transmissão
desde o início, pode ter certeza que parabólica analógica seria minoria
hoje.
Não dá pra ver o canal famoso de novelas mesmo assim compensa?
A resposta é sim, pois tem muita coisa melhor
a maioria dos canais brasileiros estão disponíveis FTA nos satélites,
interessante também são os canais das afiliadas nos estados que também
transmitem sinal via satélite, isso sim é TV digital rural. Além do mais
vira e meche tem afiliada deles como a de Minas que está FTA por um tempo.
O que preciso pra sintonizar os canais de TV digital via satélite?
Dá pra usar sua antena parabólica do sistema
analógico, só o LNB se ainda for com servo motor tem que trocar para um
LNBF, também precisará de um receptor para o sinal digital, um exemplo é
o receptor Telesystem F11 que custa cerca de R$ 150,00. Não é preciso
nem reposicionar a parabólica, pois o satélite que já usa para canais
analógicos também tem canais digitais. Basta fazer uma busca cega e
pronto.
O bom de fazer a conversão para o sinal digital só agora é já ter
produtos muito bem testados e de melhor qualidade além de preços bem
mais em conta, do que os dos inicio.
Para quem não abre mão dos canais analógicos ainda assim dá pra usar
os dois receptores ou adquirir um Anadigi que funciona nos dois
sistemas.
Para canais internacionais em alguns satélites pode ser necessário um
LNB com polarização Circular e também ás vezes com uma banda passante
maior.
Quais satélites posso apontar a antena?
A maioria dos canais brasileiros estão no satélite C2, C1 e B4, uma lista completa de canais por satélite está no site PortalBSD. Para sintonizar mais de um satélite você vai precisar de uma chave DiseqC (Digital
Satellite Equipment Control) que deve ser adquirida de acordo com a
quantidade de satélites que vai apontas as antenas, ex: 2X1, 4X1, 8X1,
16X1. O que vai decidir pra onde apontar suas antenas é qual canal quer
assistir, é só espiar no portal BSD… Achou o canal do Brasil ou
Internacional, veja qual satélite, que tipo de equipamento precisa e
aponte a antena. Exemplo de uso da chave Diseqc 4X1
A tecnologia da Tv Digital via Satélite está de acordo com a lei?
Sim trata se de sinal FTA (Free To Air) ou seja sinal livre (abertos) que é diferente de pirataria.
Quais antenas utilizar para receber o sinal digital?
Antena parabólica para banda C telada ou de fechada (fibra ou Chapa)
as Focal Point, de preferência as grandes (>= 2,20m) e antena para
banda KU (essas do tipo utilizadas pela Sky, Claro TV e cia) as Off-Set,
na verdade o que diferencia uma da outra é o LNBF sendo um para banda
Ku e outro para banda C. Dá pra usar a antena de banda C para Ku
utilizando um LNBF específico. Não é possível canais banda C em antenas
banda Ku de 60cM.
Parabólica banda C teladaParabólica fechada da marca Zirok de 1,5 Metros com LNB banda KuParabólica Banda Ku da Marca ZirokAntena parabólica rastreável com motor para fazer o posicionamento
Antena Rastreável – solução montada pelo amigo Roger
Tem um sistema chamado de caronas onde pode utilizar vários lnbs numa
só antena parabólica. Por ex: C2 + C1 + B3 + B4. Inclusive tem kits a
venda para facilitar a “gambiarra” e assim aproveitar ao máximo cada
antena parabólica. Essencial um antena grande para se utilizar dessa
facilidade.
Exemplo de antena com caronas
Quais receptores utilizar para receber canais FTA?
Tudo vai depender do seu sistema, se já tem uma TV de alta definição
compre logo um receber pronto pra receber sinal Full-HD os receptores
DVB-S2, caso contrário pode começar pelos mais baratos para receber
canais SD (Standard Definition) receptores DVB-S. Prefira também os que
tem entrada USB e que leia arquivos de Vídeos, música e fotos, além de
poder gravar a programação (PVR – Gravador pessoal de vídeo programável)
sendo mais um diferencial poder assistir filmes. Se quer canais
analógicos tem também tem os anadigitais. Se você ama o canal da bolinha
veja no site se o sinal é liberado na sua cidade e pague caro num
receptor TVDR com GPS. Se quer ter canais digitais FTA no PC tem algumas opções de placas PCI padrão DVB-S /S2. Recomendações: Pelo que vi nos comentários, fuja
dos anadigi, se precisar dos canais analógicos (A Groba) adquira um
receptor analógico, e de preferência compre um digital compatível com
DVB-S2, mesmo que tenha uma TV de tubo, isso devido a compatibilidade
com muitos canais que estão nesse padrão incluindo Band HD e RedeTV HD. E
sua TV de tubo logo vai ser substituída mesmo! E não vamos confundir
DVB-S2 com sinal HD, o que acontece é que o padrão DVB-S2 permite melhor
compactação, então está sendo adotado por muitas emissoras. Logo é
importante ter um aparelho que receba os dois tipos! Só que DVB-S2 não
será definitivo, logo teremos novidades… Assim é a tecnologia!
Antes de adquirir um receptor sugiro que visite fóruns especializados
como O HTforum.com e o Vcfaz.com, e veja os pontos fortes e fracos de
cada receptor, e assim tomar sua decisão! Alguns modelos de receptores a venda no Mercado Brasileiro (lista aleatória)
TeleSystem F21 – DVB-S2
Telesystem F11 – DVB-S
Orbisat Digital Plus S2200 – Anadigi DVB-S
Amplimatic ET 7100 – Anadigi DVB-S
Amplimatic ET 7000 – DVB-S
Century DSR1900s – DVB-S
Century DSR1900 HD – DVB-S2
Century MidiaBox SHD7000 – DVB-S2 e analógico o primeiro 3 em 1
Visiontec VT4000-A – DVB-S
Visiontec VT3100-C – DVB-S
Logicasat LS200 – DVB-S
Logicasat LS 300 – DVB-S
Elsys TVDR – DVB-S2 -> Esse pega Globo Tv Digital Rural, nas áreas com cobertura.
Cromus HD CHD11B – DVB-S2
Zinwell DVB-S2 e Zimwell Combo ISDB-T + DVB-S2
Coship N6760 – DVB-S2
Ekotech ZDX-650CN – Combo ISDB-T + DVB-S2
Bedin Sat BS5000 – Anadigi DVB-S
Plasmatic RP 700 SLIM – DVB-S
Plasmatic RP 710 SLIM – Anadigi DVB-S
Tem outros… esses foram os que encontrei por agora!
Preciso de uma tv HD Ready ou Full HD para Assistir TV digital via satélite?
Para usufruir ao máximo do sinal digital é recomendável um TV de alta
definição de plasma, LED ou LCD. Porém já vai notar grande diferença
mesmo na sua TV de tubo e compensa utilizar mesmo sem um televisor de
alta definição. Se quiser fazer uma comparação veja a imagem das TV por
assinatura como o Sky por exemplo.
Quais canais poderei assistir?
São muitos canais de rádio e tv nacionais e internacionais
disponíveis em vários satélites, por isso tem até site especializado em
manter um lista desses canais sempre atualizada. Um bom exemplo que
recomendo é o PortalBSD que tem a lista de canais dividido por categorias. Se não tem o canal da bolinha tem SBT, Band Full HD, RedeTV Full HD e 3D, Rede Vida HD, Record HDe suas afiliadas nos estados, canais Religiosos e conteúdo Rural. Essa
também é uma oportunidade para essas emissoras com sinal livre ganhar e
conquistar esse mercado consumidor e alguns podem chegar atrasado!
Alguns termos
Banda C – Gama de frequências compreendida entre 3.7 e 4.2 GHz, na qual operam alguns sistemas de transmissão via satélite;
Banda Ku – Faixa de frequência de micro-onda que
corresponde, no enlace de descida dos satélites, ao intervalo de 10700 a
12750 MHz e, no enlace de subida, de 12750 a 14500 MHz; Busca cega – Diz-se da função que possuem alguns
receptores digitais de satélite que lhes conferem a capacidade de varrer
a faixa de frequência de transmissão, quer em banda C ou em banda Ku, e
identificar frequências onde há portadora, com ou sem modulação,
identificando, inclusive, o SR correspondente. Cobertura – (Footprint) Diz-se da zona coberta pela
difusão de um sinal emitido por um satélite. A cobertura depende
diretamente da potência de emissão do satélite, bem como da direção e do
tipo de antenas de emissão utilizadas. DBS – Abreviatura de ou acrônimo para Direct
Broadcasting System, que designa os sistemas de transmissão endereçados
diretamente a um usuários assinantes, como o DTH (Direct To Home) e FTA
(Free To Air). DVB-S – DVB-S é uma abreviação de Digital Video
Broadcasting – Satellite – É primeira geração para transmissão de vídeo
via satélite, utiliza o formato MPEG-2 DVB-S2 – É abreviatura para Digital Video
Broadcasting – Satellite – Second Generation – É o sucessor do DVB-S,
permite utilizar melhor a banda por canal do transponder, utiliza o
formato MPEG-4 (AVC), utilizado pelos canis HD. Circular – Diz-se da polaridade de uma onda eletromagnética cujo campo elétrico rotaciona ao longo do seu percurso de propagação. FEED – Termo inglês utilizado para definir as
transmissões eventuais de sinais de satélite para transferir informações
de uma cidade a outra, de um país a outro, de ponto a outro do globo
terrestre. SDTV ou SD – Abreviatura de ou acrônimo para
Standard Definition TeleVision, formato de TV digital que tem a
habilidade de transmitir de 2 a 8 programas de qualidade padrão,
equivalente ao NTSC, ao invés de programas de TV de alta definição,
usando o mesmo canal. O sistema SDTV também incorpora som estéreo e mais
uma vasta faixa de serviços. A imagem é exibida sem ruído, fantasmas ou
interfência e tem melhor qualidade que o convencional sistema
analógico.
HDTV ou HD – Abreviatura ou acrônimo para o termo em
língua inglesa high-definition television, é um sistema de transmissão
televisiva com uma resolução de tela significativamente superior à dos
formatos tradicionais (NTSC, SECAM, PAL). Em transmissão via satélite
fica conhecido como HD as programações que são transmitidos nos padrões
1080i (entrelaçado), 1080p (progressivo) e 720p. Ás vezes um canal mesmo
que seja HD como a Band, tem apenas parte de sua programação principal
gerada e transmitida em HD, sendo o restante transmitido em SD.
posso usar mini parabolica para tv
digital ?, tenho um receptor f11 posso usar uma antena de um metro pro
satelite c2, antena century pega o sinal digital via satelite, como
rastrear outros canais na parabolica da sky, receptores da claro que
pega no analogco, como sintoniza o telesistem f11 no sinal analogico,
como ligar aparelho da ski no micro sisten, como instalar aparelho de
parabólica century, v o a parelho dijital para teves, apontando antena
parabolica qual satelite utilizar
A energia eólica é a energia produzida pelo vento resultante das
diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial
terrestre provocado pela radiação solar. A deslocação de massas de ar
(vento) é influenciada pelas condições atmosféricas (intensidade e
direção) por obstáculos e
condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento para
produção de energia elétrica é efetuada através de turbinas eólicas
acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente
chamado Aerogerador ou Turbina Eólica. Existem vários tipos de
turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção
do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que
constituem o rotor.
Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente
alternada (CA) que, depois de retificada, é transformada em contínua(CC).
A corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente
convertida em corrente alternada utilizável(alimentação direta de
dispositivos ou para injetar na rede elétrica). Todos os aerogeradores
vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).
Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua
inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente
trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo
com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere
substancialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um
conjunto de baterias ou é injetada diretamente na rede pública.
Produção de energia
A produção de energia elétrica a partir do vento tem vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas
Vantagens:
Não gera resíduos e não emite gases poluentes;
É uma fonte de energia inesgotável;
Os parques eólicos podem ser usados para outros fins, agricultura, pastorícia ou criação de gado;
É uma fonte barata de energia que pode competir com as fontes de energia tradicionais em termos de rentabilidade;
Não requer uma manutenção frequente e tem uma manutenção reduzida.
Desvantagens da utilização da energia eólica:
Não tem uma produção constante, fatores como a falta de vento podem, durante períodos, tornar nula a produção;
Impacto visual e sonoro dos parques eólicos ou mesmo de um gerador caseiro;
Em larga escala, pode afetar o comportamento migratório de algumas espécies de aves.
A energia cinética, resultante das
deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:
energia mecânica através de aeromotores;
energia elétrica através de turbinas eólicas ou aerogeradores.
Potencial Eólico
O potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento
dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento que auxiliam na
determinação do potencial eólico de um local, são relativos à
intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é
necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos
ventos no local da instalação. Entre eles pode-se citar o relevo, a
rugosidade do solo e outros obstáculos (edifícios, por exemplo).
A potência mecânica disponível (P) numa
turbina depende grandemente (fator cúbico) da velocidade
do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que
o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a
intensidade e a direção do vento.
A potência do vento que passa perpendicularmente
através de uma área circular
P = 1/2 (rv3 r2)
Onde:
P= potência média do vento em Watts [W] r(rho) = densidade do ar seco
= 1,225 kg/m3 (PTN) v= velocidade média do vento [m/s] (pi) =3.1415926535... r = raio do rotor em m [metros]
Contudo,
esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador,
pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o
calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:
P = 1/2 (rv3 pr2Cp)
O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:
Potência de um Aerogerador
Os aerogeradores são classificados de acordo com a sua potência; com 1 MW, pode
alimentar 900 habitações de 3 pessoas, se excluirmos o aquecimento eléctrico.
Diâmetro
Potência
Pequena potência
< 12m
< 40KW
Média potência
12 a 45 m
40KW a 1 MW
Grande potência
> 46m
> 1MW
Limite de Betz
O limite de Betz indica que, mesmo
para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo
horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o
que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real,
este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo.
A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a
turbina, por um tubo de corrente onde:
V1 é a velocidade do vento antes das pás da turbina V é a velocidade do vento nas pás da turbina, na ordem de 10 m/s V2 é a velocidade do vento após ter transferido energia às pás da turbina
Onde V1 > V > V2 , sendo estas velocidades paralelas ao eixo do rotor.
Que potencia uma turbina pode produzir em função das dimensões?
Eficiência Turbina - Coeficiente Cp: *
* Nota: Uma turbina de um aerogerador bem
desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.
** Assume-se que a densidade do ar é 1.225kg/m3
* Uma turbina de um aerogerador bem
desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.
Nota - Nos cálculos mensais e anuais, considera-se que o gerador tem
um funcionamento permanente médio igual ao valor apresentado, como a
produção não é linear, a paragem por falta de vento ou elevados níveis
de produção podem tornar estes valores pouco precisos. Os valores
apresentados mensalmente e anualmente devem ser considerados como
estimativas prováveis e não valores exatos.
A eficiência do vento em relação à
energia elétrica produzida pode ser calculada neste simples programa. Cálculo para
geradores eólicos.
Aerogerador
Componentes Gerador
Como produzir energia eólica?
Para produzir energia elétrica é necessário um gerador eólico. A
utilização pode variar, um gerador pode estar desligado da rede elétrica
e ter um circuito independente suportado por baterias ou estar ligado
diretamente à rede elétrica exterior injetando o sinal na rede. O
primeiro caso, necessita de baterias que acumulem a carga, existe uma
utilização autónoma. O segundo caso, necessita de um inversor aprovado
pelo distribuidor e, nesse caso, o distribuidor pode até comprar essa
energia.
Existe um outro tipo de utilização, um gerador autónomo
que distribuí enquanto as baterias tiverem carga e, no caso de não
existir carga suficiente, o sistema comuta automaticamente para a rede
elétrica de distribuição.
Posso eu mesmo construir um gerador eólico caseiro?
Sim.
Para construir um gerador
eólica existem algumas questões a que se deve ter atenção
O local onde vou instalar o aerogerador tem vento suficiente?
A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais
ventosos, no entanto a maior parte das áreas
residências não são adequadas para a
produção de energia a partir do vento. As
árvores e os edifícios diminuem a velocidade do
vento, criam zonas de turbulência que podem ser
destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída. Verifique os mapas de velocidades do vento.
Os locais abertos
ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as
turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a
rentabilidade da instalação, não esquecer
que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas
circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu
entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o
trabalho de colocação, certamente os resultados
vão ser diferentes.
As zonas de turbulência devem ser evitadas para instalar qualquer tipo de turbina eólica.
Que tamanho de turbina necessito?
As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter
dimensões elevadas para produzir potências
consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode
produzir anualmente mais de 500 Kw/h. Um valor considerável para uma habitação média.
Que tipo de gerador devo usar?
A maioria dos aerogeradores pequenos são usados para carregar
baterias
que posteriormente vão colocar essa energia elétrica transformada no
setor normal de 220V. A escolha obvia para um aerogerador caseiro será o
alternador de um veículo automóvel. Mas a utilização de uma alternador
tem alguns inconvenientes, o dispositivo
funciona apenas com uma rotação elevada +/- 2000RPM
a velocidade das pás raramente ultrapassa as 100RPM,
existe assim a necessidade de multiplicar mecânicamente
este diferencial. Neste processo existem perdas significativas.
Em aerogeradores instalados a baixa altitude (em
relação ao solo) existe um pequeno aproveitamento
energético, existe a necessidade de ter um gerador com uma
eficiência muito boa para ter aproveitamento.
Quase todas os aerogeradores pequenos de fabrico comercial usam geradores com
ímans permanentes que não são fáceis
de construir. O gerador é o componente fundamental para o
êxito ou fracasso do projeto. Contenha o entusiasmo mas
não desanime existem sempre soluções.
Brevemente vamos
colocar aqui como aproveitar motores de CC em geradores
A altura da turbina é importante?
Quanto mais alto melhor, a potência do vento em função da altura varia nas seguintes proporções:
V0-Velocidade em m/s à altura de referência h0 do solo α-Coeficiente característico do local; entre 0,1 e 0,4
Cada local pode ter um fator diferente, baseando-nos num fator de 0,1 podemos criar um gráfico aproximado.
Posso eu mesmo construir as pás das turbinas?
Sim, vamos colocar
aqui alguns processos para construção das
pás das turbinas, algumas mais sofisticadas em fibra
outras utilizando materiais comuns usando simples tubos de
polietileno.
Não esquecer que no caso de produção de energia em excesso a EDP
é obrigada a comprar essa energia produzida, se tem vento
e espaço pense nisso.
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção
caseira, destina-se apenas a testar todo o poder que o vento tem
em gerar energia, se tem possibilidade tente fazer este pequeno
aerogerador, os problemas que surgem são idênticos
aos geradores de maior dimensão, até a lei de
murphy nº13442331 se manifesta, diz que depois de terminado,
o vento não vai soprar durante 5 dias, pode fazer o
download clicando em turbina
eólica e na mesma linha da turbina anterior aerogerador.
Para verificar a velocidade do vento um esquema simples de um anemómetro
Construir um pequeno aerogerador caseiro
Um circuito mais complexo mas com aproveitamento energético, vamos
aproveitar um motor de video gravador.
Vamos aproveitar o circuito de três fases existente nos servo motores dos
videos e fazer a sua ligação a díodos em
ponte.
vamos então ligar os díodos ao motor
Cada enrolamento de cada fase tem a mesma resistência,
aproximadamente 4 ohm, verifique com o multímetro se os
enrolamentos têm todos o mesmo valor.
Agora vamos
construir as pás da turbina. Vamos para isso utilizar
réguas de madeira ou metálicas preferencialmente de
aluminio.
Suporte as pás de modo a
obter o máximo rendimento do vento fazendo o centro da
turbina com esta forma.
Obtemos um conjunto que pode ser utilizado para produzir energia.
Nesta foto já com o motor incorporado
Depois de concluído podemos então ligar o sistema a um controlador de carga e carregar baterias ou pilhas.
As fichas e tomadas RJ45 destinam-se a ligar(conectar) dispositivos
que transmitem dados entre si, estabeleceram-se normas para que, ao
instalar fichas, tomadas e cabos de rede distantes entre si, exista
sempre uma ligação certa entre os aparelhos que necessitam de ser cornetados. São usadas para interligar computadores, HUBs, Switchs e, nas
ligações de redes estruturadas, no mesmo cabo passam as ligações de
telefone, áudio e vídeo.
As RJ 45 são utilizadas em telefones digitais (RDIS e T1) LAN (10 baseT, 100Baset, Gigabit) RS232 (RS232D).
São constituídas por 8 pinos (4 pares).
A mesma ligação de pinos para 10Base-T e 100Base-TX.
Pinos nas tomadas RJ45
Pinout Tomadas e HUBs
(Nas Tomadas de rede nos hubs, placas de rede)
Pinos nas fichas RJ45
PINOUT RJ45
Pinout Fichas e Plugs
(Nos Cabos)
Ficha RJ45 FÊMEA Nas placas de rede, nas tomadas e ligações de hubs.
Ficha RJ45 MACHO nos cabos de rede.
Norma 568 - Cores RJ45
568A
568B
A norma que especifica a terminação de um cabo CAT5 designa-se por norma 568.
Esta norma define como os cabos UDP ou FTP CAT 5 são ligados nas fichas, painéis e tomadas RJ45.
Originalmente definido pela EIA (Electronics Industry Association) e TIA (Telecommunication Industry Association)
nos EUA em 1991, foi posteriormente adoptada pela ISO (norma ISO/IEC 11801:1995).
Inicialmente o standard ficou conhecido como TIA/EIA 568A e mais tarde
reconhecido o padrão da AT&T e designado por TIA/EIA 568B.
Não existe nenhuma vantagem entre os dois standard nem uma preferência
por parte das organizações que os introduziram. A opção de utilização do
568A ou 568B cabe a cada instalador, fabricante ou projectista. A
norma adoptada deverá ser seguida em toda a estrutura de rede, uma vez
que a única diferença consiste na ligação dos pares verde e laranja, não
existe vantagem técnica de qualquer dos modelos quando a rede é
utilizada somente para ligações
Ethernet.
Nas ligações de voz, verifica-se que a ligação T-568A usa os pares Azul e
Laranja da mesma forma, pelo que é mais compatível com sistemas antigos
não estruturados.
TIA/EIA 568A o par Verde liga-se nos pinos 1/2 e o par Laranja liga aos pinos 3/6
TIA/EIA 568B o par Laranja liga-se nos pinos 1/2 e o par Verde liga aos pinos 3/6
Cabos UTP e FTP
Cabo UTP
Nas instalações de rede que são utilizadas para conexões Ethernet
100BASE-Tx, cada segmento de cabo pode ter no máximo 100m.
Os cabos podem ser rígidos ou flexíveis, conforme os condutores internos sejam uni-filares ou
multi-filares. O cabo rígido normalmente é aplicado dentro das calhas e em instalações fixas e o
cabo flexível é aplicado em ligações que podem ser ligadas e desligadas com frequência. As
Fichas RJ45 e as tomadas utilizadas podem ser especificas para um determinado tipo de
cabo.
As ligações de 100Mbps em cabos da categoria 5, 5e e 6 usam apenas 2 pares. Os restantes
pares podem ser utilizados para telefone ou para Power-Over-Ethernet (PoE 802.3af). Existem
fabricantes que utilizam estes pares para aumentar a taxa de transmissão (ligação a 200Mbps).
Ligações 1000BASE-T (Gigabit Ethernet 802.3ab) utilizam os 4 pares (8 condutores).
Categorias cabo UTP
Categoria EIA/TIA
Velocidade
LAN
100M
ISO Spec
EIA/TIA Spec
Categoria 3
16Mhz
10Mbit/s
100Base-T4
Categoria 4
20Mhz
16Mbit/s
100Base-T4
Categoria 5 (5e)
100Mhz
100Mbit/s
100Base-TX
ISO/IEC-11801
TIA/EIA-568-A-5
Categoria 6
250Mhz
100Mbit/s
100Base-TX
ISO/IEC-11801
TIA/EIA-568-B.2-1
Na instalação de uma rede há que ter especial atenção ao tipo de cabo,
um cabo de categoria 4 não vai permitir que uma rede de 100mHz funcione
na sua potencialidade
Cabos diretos e cruzados
Alguns equipamentos de rede (Routers, HUBs e Switch) têm portas UPLINK. Estas portas
têm cruzamento interno nos pares 1/2 e 3/6 de forma a permitir o uso de cabos diretos para
interligar equipamentos. Actualmente, alguns dos Switches utilizam portas do tipo MDI-X
que detectam o tipo de cabo e de ligação e cruzam automaticamente, se necessário.
para ligar dois computadores entre si, utiliza-se um cabo cruzado, assim
como em ligações de uplink, entre dispositivos de rede.Para ligar um
computador a um switch, router ou HUB utiliza-se um cabo direto
Cabos Diretos (straight)
Cabo RJ45 (direto)
Apenas os pares 1/2 e 3/6 são necessários para ligação a
10Mbps e nas ligações com cabos UTP CAT 5, 5e e 6., utilizam a mesma norma em cada uma das terminações.
Ficha-1
Nome
Descrição
Ficha-2
1
TX+
Tranceive Data+
1
2
TX-
Tranceive Data-
2
3
RX+
Receive Data+
3
4
n/c
BI_D3+
4
5
n/c
BI_D3-
5
6
RX-
Receive Data-
6
7
n/c
BI_D4+
7
8
n/c
BI_D4-
8
Os dispositivos de rede podem estar distantes das tomadas de
alimentação, foi definido um standard para alimentação Power-Over-Ethernet (spec
802.3af), que permite usar os pares livres do cabo UTP para transportar a
alimentação (normalmente até 24V). São possíveis diferentes esquemas de uso dos
pares, mas os pinos 4/5 e 7/8 devem estar correctamente ligados.
Cabos Cruzados (crossed)
Cabo RJ45 (cruzado)
Os pares 1/2 e 3/6 necessitam de ser cruzados em ligações de 10 ou 100Mbps. Em ligações de 1000Mbps,
todos os pares têm de ser cruzados. A alimentação Power-Over-Ethernet é independente
da polaridade, pelo que ambos os esquemas podem ser utilizados.
Ficha 568A
Nome
Descrição
Ficha 568B
1
TX+
Tranceive Data+
1
2
TX-
Tranceive Data-
2
3
RX+
Receive Data+
3
4
n/c
BI_D3+
4
5
n/c
BI_D3-
5
6
RX-
Receive Data-
6
7
n/c
BI_D4+
7
8
n/c
BI_D4-
8
Alicate para Cravar RJ45
Alicate RJ45
Ao contrário de outras fichas e terminais, as fichas necessitam de
uma ferramenta especifica para cravar os cabos. Um dos principais
problemas que surgem nos cabos é o deficiente contacto entre o cabo e o
pino de contacto. Este tipo de alicate varia muito em termos de
qualidade. Se for para fazer um número reduzido de cabos e se for para
ser usado de uma forma ocasional, um alicate de baixa qualidade é
suficiente, no entanto, se for para usar de forma continuada, as
ferramentas mais baratas rapidamente se deterioram é melhor adquirir um
de melhor qualidade.
Normalmente, o mesmo alicate que crava RJ45 funciona também para RJ11
não existindo necessidade de ter duas ferramentas para cada uma das
normas de ligação.
Redes estruturadas
Como se verifica, a simples ligação apenas usa 2 pares. O cabo tem 4
pares, sendo assim, os outros dois pares podem ser usados para levar
outra informação, telefone, áudio, vídeo ou outros dados. A rede
estruturada consiste basicamente na utilização da estrutura de
distribuição de todos os sinais.
A estrutura de cabos deve ser versátil ao ponto de permitir mudanças de
configuração e garantir a redução de problemas de interrupção, custos de
manutenção e reposicionamento de cabos.
USB é uma especificação de comunicação entre dispositivos e um
controlador de host (normalmente computadores pessoais), desenvolvido e
inventado por Ajay Bhatt funcionário na Intel.
O USB começou a ser desenvolvido em 1994 por um grupo de sete empresas:
Compaq, DEC, IBM, Intel, Microsoft, NEC e Nortel.
Na sua concepção original, o padrão de ligação, destina-se a facilitar a
ligação
entre dispositivos externos para computadores pessoais PC, substituindo
uma infinidade de conectores na parte traseira dos computadores
simplificando a configuração de software de todos os dispositivos
conectados no USB,
bem como permitir uma maior largura de banda para dispositivos externos.
Antes desta norma, para configurar um dispositivo ligado a um computador, era necessário configurar os IRQs e ou jumpers,
é introduzido com esta norma o padrão "Plug and Play"(Ligar e
Usar) que permite ao utilizador menos experiente ligar qualquer
dispositivo sem necessidade de configuração adicional a nível de
hardware.
Cabos e Fichas(Conectores) USB
Cabos USB 1.x/2.0
Pino
Nome
Cor Cabo
Descrição
1
VCC
Encarnado
+5V
2
D-
Branco
Data -
3
D+
Verde
Data +
4
Massa
Preto
Massa
O comprimento máximo de um cabo USB padrão (para USB 2.0 ou anterior) é de 5,0 metros.
A principal razão para esse limite é o atraso máximo permitido de 1.500 ns.
Se os comandos host USB não são respondidas pelo dispositivo USB no prazo fixado,
o sistema considera o comando perdido.
O atraso máximo aceitável para os cabos é de 26 ns.
A especificação USB 2.0 requer que o atraso no cabo seja inferior a 5,2ns por metro (192.000Km/s),
que fica perto da largura de banda máxima para cabo de cobre padrão).
Isso permite a utilização de um cabo de 5 metros.
O padrão USB 3.0 diretamente não especifica um comprimento máximo de cabo,
exigindo apenas que todos os cabos tenham especificações elétricas que permitam.
Para cabos de fio de cobre, alguns cálculos sugerem um comprimento máximo de 3m.
No cabo de fibra óptica, é provável que venham a ter um comprimento maior e um desenvolvimento e construção mais complexo.
e construção mais complexa.
Conectores Fichas USB
Standard A/B
USB TIPO A - TIPO B
Falhas Porta USB
Com algum frequência aparecem portas USB que não funcionam, na maior
parte dos casos, o cabo de ligação da ficha do painel exterior não está
ligada ao interior do computador (main board).
Noutros casos (menos frequentes felizmente) a ficha USB foi ligada
incorretamente ao interior do computador, esta falha de ligação pode
produzir danos nos dispositivos USB que se vão ligar ao computador.
O que acontece é que o técnico ao instalar o cabo externo de USB pode
fazer a ligação de forma errada uma vez que algumas motherboards não
têm informação de ligação sem consultar o manual
Testar Porta USB
Circuito Teste USB
A ligação de um dispositivo externo USB a uma porta com ligação
deficiente pode queimar definitavente o dispositivo que pretendemos
ligar.
Para evitar avarias acidentais e testar as portas na saída da montagem
existe um dispositivo simples de construir que evita danos maiores.
Ao ligar o LED verde fica aceso e o amarelo pisca 3 vezes:
A polarização está certa, o computador tenta comunicar com o dispositivo de teste. Se existe uma troca entre o D- e o D+ o testador indica bom funcionamento, no entanto, os dispositivos ligados não funcionam.
A troca do D+ com o D- não causa danos aos dispositivos.
LED amarelo aceso: Erro nas ligações internas à motherboard, verifique as ligações.
LED vermelho aceso: Erro na polaridade, possivel troca entre o Power e o
GND, neste caso não ligue nada à porta, pode danificar o equipamento
ligado.
Todos os leds apagados: A porta está sem alimentação ou os cabos
estão mal ligados internamente, não ligue nenhum equipamento à porta até
verificar as ligações internas.
ATENÇÃO: Ao construir este circuito não troque as polaridades.
USB 3.0 - USB SUPERSPEED
Simbolo USB 3.0
Desde o aparecimento da tecnologia USB em 1994 e, desde então, várias
revisões e melhorias foram implantadas. As mais populares são as
versões 1.1 e 2.0, a primeira (1.1) permite alcançar, no máximo, taxas
de transmissão de 12 Mb/s, enquanto que a segunda(2.0) pode oferecer até
480 Mb/s.
Em Novembro de 2008 são anunciadas as especifições para a revisão 3.0 e,
tem como principal característica, a capacidade de oferecer taxas de
transferência de dados de até 4,8 Gb/s (gigabits por segundo).
USB
2.0
3.0
Velocidade
480Mb/s
4,8Gb/s
Corrente
500mA
900mA
Plug and Play(1)
Sim
Sim
Hot-swappable(2)
Sim
Sim
Compatibilidade(3)
Sim
Sim
(1)Permite ligar e usar.
(2)Permite ligar e desligar dispositivos sem necessidade de desligar o dispositivo.
(3)Compatibilidade com versões USB anteriores.
Conetor USB 3.0 A
Os conetores e tomadas USB 3.0 são parecidos com os 2.0 mas não são
iguais. Os cabos da tecnologia USB 3.0 são compostos por nove fios e os
cabos USB 2.0 utilizam 4. As fichas (conetores) USB 3.0 têm contatos
para os fios adicionais. Se, um dispositivo USB 2.0 for ligado a uma
tomada USB 3.0, usará apenas os contatos frontais do conetor.
SuperSpeed standard A pinout
USB 3.0 A
USB 3.0 A Standard
Plug
1
VBUS
Red
2
D-
White
3
D+
Green
4
GND
Black
5
StdA_SSRX-
Blue
6
StdA_SSRX+
Yellow
7
GND_DRAIN
GROUND
8
StdA_SSTX-
Purple
9
StdA_SSTX+
Orange
Shell
Shield
Connector Shell
SuperSpeed standard B pinout
USB 3.0 B
USB 3.0 B Standard
Plug
1
VBUS
Red
2
D-
White
3
D+
Green
4
GND
Black
5
StdA_SSRX-
Blue
6
StdA_SSRX+
Yellow
7
GND_DRAIN
GROUND
8
StdA_SSTX-
Purple
9
StdA_SSTX+
Orange
Shell
Shield
Connector Shell
Limitações no comprimento dos cabos USB
É comum adquirir-se um cabo USB e, ao não chegar fisicamente para
interligar os dois dispositivos, colocamos uma extensão que ao ser
ligada faz com que deixe de trabalhar.
Comprimento máximo para USB 2.0
A especificação USB 2.0 limita o comprimento de um cabo entre
dispositivos USB 2.0 (Full Speed ou Hi-Speed) a 5 metros. Por outras
palavras, não se pode simplesmente interligar múltiplos cabos. Assim,
para que não existam falhas na utilização, sem amplificação, o cabo USB
2.0 não deve exceder os 5 metros./p>
Comprimento máximo para USB 3.0
A norma 3.0 e 3.1 não especifica um comprimento máximo de cabo entre
dispositivos USB 3.0 / 3.1 (SuperSpeed ou SuperSpeed +) mas há um
comprimento recomendado de 3 metros. No entanto, a maior limitação ao
comprimento do cabo é a qualidade do cabo. Os resultados podem variar,
porém, com um cabo de alta qualidade pode-se ir além dos 3 metros. Mas,
para garantir bons resultados, use um cabo ativo que possibilita o
funcionamento com comprimentos superiores aos aconselhados.
Como superar as limitações de comprimento do USB
Com as especificações a limitar o comprimento dos cabos, há alguma
forma de estender esses limites? Sim! No entanto, para superar os
limites de comprimento de cabo (ou comprimentos recomendados), é
necessário usar hubs USB auto-alimentados ou cabos ativos (repetidores)
que também têm os seus próprios limites. Outras opções, como USB over
Ethernet ou construir sua própria ponte USB, podem estender ainda mais o
alcance do USB.
Hubs USB e extensões ativas
Cabos de extensão e hubs USB auto-alimentados podem ser usados para
estender o alcance dos dispositivos USB. Os cabos de extensão ativa USB
contêm componentes que regeneram/amplificam o sinal USB. Cabos ativos
são essencialmente hubs USB de 1 porta. Pode usar um cabo USB comum em
conjunto com um cabo ativo, desde que o cabo normal não tenha mais de 5
metros de comprimento para dispositivos 2.0 e não mais que 3 metros de
comprimento para dispositivos 3.0. Normalmente, os cabos ativos são
cabos alimentados por barramento. Para garantir que recebem energia
necessária ao seu funcionamento (500mA) de uma porta USB, deve-se
considerar a aquisição de um cabo ativo que inclua um adaptador de
energia sem a necessidade de alimentação através da tomada USB.
Número máximo de hubs USB
As especificações USB 2.0 / 3.0 / 3.1 permitem apenas 7 níveis de
dispositivos a serem interligados. Quando se conta os dispositivos em
cada extremidade (o host e o dispositivo periférico), ficamos apenas com
5 camadas disponíveis sendo que cada hub USB é considerado de 1 nível.
Assim, podem ser saudos no máximo de 5 hubs USB para um comprimento
máximo total de 30 metros.
Comprimento máximo do cabo USB ativo (repetidor)
O valor máximo depende da utilização de cabos comuns com ativos ou
não. Se não se usar um cabo comum, o comprimento máximo de cabo ativo
para USB 2.0 é de 30 metros e o comprimento máximo recomendado para USB
3.0 / 3.1 é de 18 metros). Se usarmos um cabo comum (comprimento máximo
de 5 metros para 2.0 e comprimento máximo de 3 metros para 3.0 / 3.1)
com um cabo ativo, então o comprimento máximo para USB 2.0 é de 25
metros e o máximo recomendado comprimento para USB 3.0 / 3.1 é de 15
metros.
Como exceder os 30 metros com cabso USB
Existem outras formas de propagar um sinal USB para além do limite de 30 metros. Pode-se usar
para atingir distâncias até 100 metros. Além disso, pode-se construir
sua própria ponte USB para transmitir dados através de diferentes canais
de comunicação, como métodos sem fio.